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11 de Agosto de 2022, 11h:58 - A | A

POLÍCIA / AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA

Justiça mantém prisão de sindicalistas que mataram advogado no meio da rua em Cuiabá

Decisão foi durante a audiência de custódia, realizada nessa quarta-feira (10) pelo juiz da 4° Vara Criminal da Capital, Lídio Modesto.

Reprodução

ítima foi executada em Cuiabá por dois homens em uma moto.

ítima foi executada em Cuiabá por dois homens em uma moto.

JOÃO AGUIAR
DO REPÓRTER MT



A Justiça manteve prisão aos ex-dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores Avulsos (Sintramm), Adinaor Farias e Joemir Ermenegildo, e dos ex-sidicalistas Alisson Tiago de Assis Silva e Rafael de Almeida Saraiva, acusados de matar o advogado Antônio Padilha de Carvalho, em 2019, em Cuiabá.

A decisão foi durante a audiência de custódia realizada nessa quarta-feira (10), pelo juiz da 4° Vara Criminal da Capital, Lídio Modesto.

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Os criminosos foram presos na terça-feira (09), durante a Operação Chapeiros, deflagrada pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A operação foi coordenada pelo delegado Marcel Gomes de Oliveira, com supervisão do delegado titular da DHPP, Fausto Freiras, e conta com apoio de 30 policiais da homicídios e da Gerência de Operações Especiais (GOE).

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O crime foi cometido em dezembro de 2019, em Cuiabá, no cruzamento da Rua Benedito de Camargo com a Avenida dos Trabalhadores, na altura do bairro Jardim Leblon. Carvalho estava no carro com a esposa, quando uma motocicleta abordou o casal no semáforo e efetuou cinco disparos contra o advogado, atingindo cabeça, pescoço e tórax.

Incialmente, os investigadores da Polícia Civil trabalharam com a hipótese de roubo seguido de morte, mas durante a investigação foram levantadas evidências suficientes para concluir que na verdade o caso se tratou de uma execução.

Em 2021 foram divulgadas imagens da dupla que executou o advogado. Na época, foram analisadas mais de oitocentas horas de filmagens de circuito interno de segurança que permitiu aos investigadores concluírem que a dupla responsável pela morte também estava seguindo Antonio, inclusive no bairro em que vivia.

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