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13 de Maio de 2025, 07h:00 - A | A

POLÍCIA / CRIME ENCOMENDADO

DHPP: Intermediador ofereceu joias como pagamento pelo assassinato de Renato Nery

O advogado foi executado devido a uma disputa de terras.

Repórter MT

Os delegados Bruno Abreu e Caio Fernando da DHPP conduzem as investigações do assassinato de Renato Nery

Os delegados Bruno Abreu e Caio Fernando da DHPP conduzem as investigações do assassinato de Renato Nery

FERNANDA ESCOUTO
DAFFINY DELGADO



Preso por planejar a morte do advogado Renato Nery, o policial militar Heron Teixeira Pena Vieira disse em depoimento que o colega de farda Jackson Pereira Barbosa tentou pagá-lo com joias para que o crime fosse finalizado.

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A informação foi passada, nessa segunda-feira (12), pelo delegado Bruno Abreu, titular Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa.

Conforme as investigações, Jackson é apontado como elo entre os mandantes do assassinato, os empresários Cesar Jorge Sechi e Julinere Goulart Bastos, e Heron.

Cesar e Julinere, que são donos de uma joalheria, teriam prometido R$ 200 mil como pagamento pelo serviço, entretanto Jackson teria oferecido joias a Heron, no lugar de dinheiro.

Ele [Heron] chegou a ver o mostruário da loja de joias, mas não aceitou. Só queria se fosse por preço de revenda”, pontuou o delegado.

O crime

Renato Nery foi assassinado a tiros no dia 5 de julho de 2024 em frente ao seu escritório de advocacia, na Avenida Fernando Correa da Costa, em Cuiabá.

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O caseiro da chácara de Heron, Alex Roberto de Queiroz é apontado como o executor.

Segundo as investigações, Renato Nery teria sido morto devido a uma disputa de terras.

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