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06 de Fevereiro de 2018, 08h:39 - A | A

POLÍCIA / USAVA TORNOZELEIRA

Bandido que sequestrou e estuprou professora é morto com tiro na cabeça

O crime aconteceu em 2014, o bandido usava tornozeleira eletrônica e foi morto com um tiro na cabeça esta madrugada.

RepórterMT/Reprodução

Vagner foi encontrado morto com dois tiros na cabeça.

Vagner foi encontrado morto com dois tiros na cabeça.

RAUL BRADOCK
DA REDAÇÂO



Vagner Antônio Paris, 30 anos, foi morto com dois tiros na cabeça, na madrugada desta terça-feira (6), no bairro Mapim, em Várzea Grande. Ele usava tornozeleira eletrônica e foi preso em 2014, após sequestrar e estuprar uma professora.

Conforme apurado, ele cometeu o crime em outubro de 2014. A educadora foi obrigada a fazer um saque para o bandido, que ainda a assediou sexualmente e a obrigou a dirigir pela cidade.

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Já na madrugada desta terça-feira, o criminoso foi localizado na Rua Ceará, por volta das 5h da madrugada.

Segundo a Polícia Militar, testemunhas relataram apenas terem ouvido gritos e visto um carro deixando o corpo no local. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e confirmou a morte do criminoso.

O local foi isolado e o crime é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

PM-MT

Vagner Antônio Paris

Vagner foi preso em flagrante em 2014.

Sequestro e estupro

Conforme a PM, Vagner tem passagens na Justiça pelos crimes de receptação, tráfico de drogas e, o mais grave, sequestro seguido de estupro.

O crime aconteceu no período da manhã. O bandido atacou a vítima, que estava saindo de uma agência do Banco Itaú, da Avenida Couto Magalhães. Ele fez a professora retornar ao banco e sacar R$ 750.

Ele foi com a vítima até o carro dela, onde a obrigou a beijá-lo. A todo momento ele afirmava que ia estuprar e depois matar a vítima.

Ainda durante o crime, Vagner obrigou a mulher a comprar uma garrafa de uísque e cigarros para ele em um posto de combustíveis. Nesse momento, uma testemunha viu a tensão no carro e resolveu acionar a polícia.

O criminoso foi preso em frente a uma policlínica, no mesmo bairro em que foi morto quase quatro anos depois.

Comente esta notícia

Rene Bortolo 06/02/2018

Que o Diabo o receba com um caldeirão de água fervendo

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jota marcos 06/02/2018

Foi tarde!!!

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2 comentários