RAFAEL COSTA
DO REPÓRTER MT
A presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva, revelou nesta quinta-feira (11) que, até o momento o Estado, não oficializou nenhum pedido de prorrogação da intervenção na saúde pública de Cuiabá. A declaração foi dada durante entrevista entrevista à imprensa em evento realizado pela manhã no Tribunal de Contas do Estado (TCE).
A magistrada ressaltou que, se houver algum pedido do Estado, será encaminhado ao desembargador Orlando Perri, que por sua vez deverá remetê-lo ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça.
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“O relator deste caso é que vai analisar os fundamentos quando for promovido esse pedido. Esse pedido não existe, são apenas cogitações, e depende da motivação que for apresentada ao desembargador. Ele vai analisar se é o caso, se é pertinente ou não. Depende muito dos fatos concretos que serão apresentados”, explicou.
A magistrada ainda destacou a necessidade de a equipe de intervenção do Estado adotar uma linha de trabalho que seja mantida para a regularidade dos trabalhos da saúde pública.
“O que se espera com essa intervenção é eminentemente estruturante. São ações que visam organizar um fluxo mais forte e viável, que não seja modificável a qualquer modelo. Então, é uma estruturação de um modelo para que seja seguido daqui para frente, é isso que está sendo construído”, destacou.
O decreto do governador Mauro Mendes (União Brasil) que determinou a intervenção do Estado na saúde de Cuiabá foi publicado no dia 14 de março no Diário Oficial do Estado (DOE). O prazo de 90 dias se encerrará no dia 14 de junho.
A chefe do gabinete de intervenção, enfermeira Danielle Carmona, já declarou publicamente que o prazo de 90 dias é insuficiente para adotar políticas públicas necessárias ao setor.













Alex dias coltinho 12/05/2023
Mas tá provado q foi só política, não melhorou em nada pra nós usuários, vai prorrogar pra q? Já não mostrou q quem manda em tudo é o governador, que todo mundo faz o q ele quer, vai prorrogar pra que, ele não deu conta qdo era prefeito, não deu conta como governador, é só mídia e mídia, ou então para com intervenção e assume logo a saúde do estado, essa briga com o prefeito, tá ferrando só com o pobre que precisa do SUS, o TJ o MPE, o TCE não usa o SUS, então eles engole o q o papel diz, agora vem aqui e.pega uma senha pra quem sabe ser atendido 8h depois q chega, se tá com doe, até a atender a dor passa....
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