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Cuiabá, 02 de Junho de 2026
02 de Junho de 2026

03 de Novembro de 2023, 09h:23 - A | A

PODERES / MT ROUBADO

TJ mantém ação de R$ 3,5 milhões contra Silval e ex-secretário

Silval Barbosa e Cinézio Alcântara são acusados pelo MPE de favorecimento com dinheiro público em contratos firmados no Programa MT Integrado, que previa interligar 44 municípios com obras de pavimentação asfáltica.

RAFAEL COSTA
DO REPÓRTERMT



O Tribunal de Justiça de Mato Grosso rejeitou pedido do ex-governador Silval Barbosa para trancar uma ação em trâmite na Vara Especializada em Ações Coletivas da Comarca de Cuiabá, que o acusa de improbidade administrativa e suposto desvio de R$ 3,4 milhões aos cofres públicos. A decisão do desembargador Márcio Vidal publicada na terça-feira (31) ainda favorece o ex-secretário de Transportes Cinésio Nunes de Oliveira, também réu na ação de primeiro grau.

A defesa do ex-governador alegou omissão no julgamento de um agravo de instrumento que aponta divergência de alegações no recebimento da denúncia.

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A ação é desdobramento de uma denúncia do Ministério Público que atribui eventual prática de improbidade administrativa praticada por Cinésio, ex-governador Silval Barbosa, Valdísio Viriato, Construtora Rio Tocantins e seu representante Rossine Aires Guimarães.

Em delação premiada, o ex-governador admitiu que negociou propina com o empresário Rossini Aires, dono da Construtora Rio Tocantins. Foi combinado que o ex-governador receberia R$ 3,5 milhões,referente à execução dos contratos firmados no Programa MT Integrado, que previa interligar 44 municípios com obras de pavimentação asfáltica.

O ex-secretário então ingressou com Embargos de Declaração alegando que decisão foi omissa, porque não apreciou o pedido para suspender a ação de primeiro grau.

Em sua decisão, o desembargador Márcio Vidal, apontou que a matéria ainda se encontra pendente de julgamento, de forma que a omissão apontada pelo ex-secretário não existe, “vez que a matéria da preclusão lógica e dilação probatória deve ser analisada posteriormente pela Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo”.

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Benedito da costa 04/11/2023

Esse camarada já era pra estar na merda. Não conseguiram recuperar tudo o que ele roubou do povo mato grossense. O mais é nojento é o fato dele ainda estar solto, convivendo nesta sociedade hipócrita que ele frequenta e que aceitam ele.

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1 comentários