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Cuiabá, 18 de Junho de 2026
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17 de Dezembro de 2018, 11h:19 - A | A

PODERES / FIM DE GOVERNO

Taques se recusa a enviar reforma administrativa de Mauro para Assembleia

Com a reforma administrativa do Estado e redução dos cargos comissionados, funções comissionadas e contratos temporários, Mauro pretende economizar R$ 200 milhões, por ano.

MIKHAIL FAVALESSA
DA REPORTAGEM



O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou nesta segunda-feira (17) que não enviará para a Assembleia Legislativa a proposta de reforma administrativa da máquina estadual proposta pelo governador eleito Mauro Mendes (DEM). Taques alega falta de tempo hábil para avaliação e debate profundo da matéria já que o Legislativo encerra seus trabalhos de 2018 na quinta-feira (20).

O projeto foi entregue na semana passada pelo democrata. No entanto, Taques disse que tem debatido o tema com as categorias e que uma reforma administrativa da máquina precisa de um tempo a mais para ser discutida internamente e pelos parlamentares de Mato Grosso.

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“Eu recebi, estou analisando, mas eu não apresento projeto sem debater com as categorias e não dá tempo de você aprovar um projeto em dois dias, um projeto dessa importância”, afirmou Taques durante a inauguração da reforma do prédio administrativo do Centro Integrado de Assistência Psicossocial (Ciaps) Adauto Botelho, no bairro Coophema, em Cuiabá. 

O projeto de Mauro Mendes ainda não foi apresentado ao público. Segundo o democrata, o seu Governo deve propor duas reformas, a primeira com relação relação a redução de 24 para 15 secretarias de Estado.

Num segundo momento, o grupo de transição deve encaminhar um projeto para trabalhar fusões ou extinções de órgãos da administração indireta. Estão na lista o Desenvolve MT; Metamat; MT Gás; MTI; Empaer; Ceasa e Agem.

Com a reforma administrativa do Estado e redução dos cargos comissionados, funções comissionadas e contratos temporários, Mauro pretende economizar R$ 200 milhões, por ano.

Além disso, Mauro anunciou a junção dos Fethabs 1 e 2, com mudanças nas alíquotas dos produtos taxados pelos dois fundos - nominalmente, o democrata já citou o algodão como um dos que devem ter o imposto elevado. Com isso, Mauro espera aumentar a arrecadação do Estado. Taques disse não ter recebido o projeto relativo às mudanças no Fethab e também negou a possibilidade de aprovação ainda neste ano.

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Teka Almeida 17/12/2018

Esse DESgoverno torce para o "quanto pior melhor". Não bastou quebrar o estado, sair devendo Deus o mundo e o fundo, ser o único a vencer uma eleição e na reeleição perder até para brancos e nulos. Ficou 4 anos brincando de ter poder e não tem uma unica obra prá chamar de sua. Então diante desses fatos esperar o que de um fracassado??? Eis ai o FRACASSO EM PESSOA.

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1 comentários