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O governador Pedro Taques concedeu coletiva de imprensa nesta segunda-feira (9) para detalhar a Caravana da Transformação em Cuiabá.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) rebateu as críticas de que a Caravana da Transformação tem cunho eleitoral. Segundo ele, as críticas são feitas apenas por membros da oposição ao seu Governo.
“A Justiça Eleitoral entende que não é de cunho eleitoral, isso é o que a oposição fala e oposição tem que falar mesmo. Não me cabe aqui discutir o que a oposição fala”, disse o governador.
Taques pontuou que o programa, que oferece cirurgias e mutirão de serviços, é realizado desde 2016 e, por isso, não pode ser considerado como “eleitoreiro”.
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“A Justiça Eleitoral entende que não é de cunho eleitoral, isso é o que a oposição fala e oposição tem que falar mesmo. Não me cabe aqui discutir o que a oposição fala”, disse o governador, durante coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (9), para detalhar a realização da Caravana em Cuiabá.
Ele reafirmou a importância do programa informando que cerca de 50 mil cirurgias foram realizadas de forma gratuita, nas 12 edições da Caravana.
“Poderia perguntar às pessoas que passaram pela Caravana, que fizeram a operação, o que elas acham. Ou pedir para a oposição procurar as pessoas e falar para elas ‘é de cunho eleitoral, não faça’”, declarou.
“Poderia perguntar às pessoas que passaram pela Caravana, que fizeram a operação, o que elas acham. Ou pedir para a oposição procurar as pessoas e falar para elas ‘é de cunho eleitoral, não faça’”, declarou.
Taques afirmou que o programa continuará a ser executado, enquanto exercer seu mandato como governador.
“Enquanto eu for governador de Mato Grosso, teremos a Caravana, pois precisamos de ações estruturais na saúde, mas também precisamos de ações emergenciais. Estamos fazendo as ações estruturantes, como é o caso da construção do novo Hospital e Pronto-Socorro de Cuiabá e quanto tempo demoraríamos para que essas pessoas fizessem essas cirurgias? Por isso, o Estado tem que atuar com ações estruturantes e as emergenciais. Estas duas ações estão sendo feitas no nosso Governo”, concluiu o chefe do Executivo estadual.
O governador informou que o custo médio da Caravana é de R$ 3 milhões, além dos pagamentos pelas cirurgias. De acordo com Taques, se fossem pagos em convênios particulares, os procedimentos teriam custo de R$ 550 milhões, porém, pela tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), o Governo pagou cerca de R$ 60 milhões pelas cirurgias.














