MARCIO CAMILO
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB), candidato à reeleição, criticou a forma de fazer política dos adversários que apoiam a candidatura do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM) ao Governo do Estado. Nesta terça-feira (14), o tucano citou que os adversários estariam 'loteando cargos' e que teriam o cacique do MDB, deputado Carlos Bezerra, como um dos indicados para o primeiro escalão.
“O candidato do lado de lá já indicou quem vai para o Tribunal de Justiça, quem vai para o Tribunal de Contas. O Bezerra vai para a Secretaria de Infraestrutura ou para Secretaria de Fazenda. Nós não fazemos isso. Estamos preocupados com a aliança com o povo”, disse.
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“O candidato do lado de lá já indicou quem vai para o Tribunal de Justiça, quem vai para o Tribunal de Contas. O Bezerra vai para a Secretaria de Infraestrutura ou para Secretaria de Fazenda", declarou.
O governador ainda negou que esteja politicamente abandonado e destacou que o grupo representado por Mendes seria montado por políticos profissionais, que, segundo ele, sempre governaram Mato Grosso e fazem gestão diferente dele.
“É só cidadão ver o tamanho do palanque de lá e o tamanho do nosso palanque, que vai notar quem são aqueles famosos políticos que estão apoiando o outro lado. Políticos que governam Mato Grosso há muito tempo".
O tucano ressaltou que o fato desse grupo hoje não estar com ele é porque eles fazem política e gestão de formas diferentes.
"É bom que não gostem de mim mesmo, porque eu não vou fazer o jogo deles. Nunca fiz e não vou fazer”, disparou.
"É bom que não gostem de mim mesmo, porque eu não vou fazer o jogo deles. Nunca fiz e não vou fazer”, disparou.
Segundo Taques, os aliados que deixaram o Governo – como Mendes e o ex-vice-governador Carlos Fávaro – saíram porque não gostavam de como o Estado era administrado. “Eu administro ouvindo as pessoas, mas quem decide sou eu”, pontuou.
“Em Mato Grosso muitos políticos não gostam de mim, porque são políticos profissionais e fazem o que eu não quero fazer. Já eu faço o que eles não desejam”, emendou.
Taques reconheceu que o seu grupo político é mais acanhado em relação às outras coligações, principalmente a chapa liderada pelos Democratas e pelo Partido da República (PR), encabeçada pelo senador Wellington Fagundes, que também concorre ao Governo.
“Mas é até bom que seja assim, pois nós queremos estar do lado do povo”, destacou.
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