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Governador articulou projeto que deve injetar R$ 800 milhões para investimento em aeroportos
MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) reivindicou para si o capital político da concessão à iniciativa privada de cinco aeroportos de Mato Grosso. Taques apontou para adversários que estariam “fazendo cortesia com o chapéu do outro”. Na semana passada, durante uma audiência pública sobre as concessões, o senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao Governo, afirmou que a questão era uma luta sua “há muito tempo”.
“Muita gente está fazendo cortesia com o chapéu do outro. No dia 04 de julho de 2016, eu e o Marcelo [Duarte, secretário de Infraestrutura], numa conversa estratégica na Sinfra, pensamos, ‘vão querer conceder o aeroporto de Cuiabá e nós precisamos juntar os aeroportos de Alta Floresta, de Rondonópolis, Barra do Garças, Cáceres, porque quem vai ficar com o filé, vai ter que pegar também o coxão mole’”, disse Taques.
“Muita gente está fazendo cortesia com o chapéu do outro. No dia 04 de julho de 2016, eu e o Marcelo [Duarte, secretário de Infraestrutura], numa conversa estratégica na Sinfra, pensamos, ‘vão querer conceder o aeroporto de Cuiabá e nós precisamos juntar os aeroportos de Alta Floresta, de Rondonópolis, Barra do Garças, Cáceres, porque quem vai ficar com o filé, vai ter que pegar também o coxão mole’”, disse Taques na sexta-feira (29).
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A previsão é que os cinco aeroportos sejam leiloados até o final deste ano e recebam investimentos de aproximadamente R$ 800 milhões da iniciativa privada. O leilão em bloco dos aeroportos de Mato Grosso foi proposto pelo Governo aceito pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.
Em todo o país, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), serão leiloados 13 aeroportos por meio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal.
O senador Wellington Fagundes participou da audiência pública no dia 19 e discutiu o tema. Em conversa com os jornalistas, o possível adversário de Taques nas urnas incluiu as concessões em seu rol de bandeiras.
“É uma luta que a gente já vem há muito tempo. Eu fui relator da política nacional de aviação civil e naquela época nós já indicávamos esse caminho”, disse. “Eu sou o relator desta matéria, isso é um trabalho que a gente já vem fazendo há muito tempo. Eu acho que o governo, seja quem for, tem que sempre ter a preocupação da parceria”, completou na ocasião.
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Carlos Nunes 01/07/2018
Ih! Tem que acrescentar nessa lista: Rêmora, com tio Allan dizendo que correu dinheiro (foi tio Allan que disse na delação, se não tivesse aberto o bico, jamais saberiam de nada)...Grampos, com cidadãos de bem sendo grampeados - cadê a lista dos grampeados pra saber Quem foi e Quem não foi?...Pedaladas no FUNDEB, no FETHAB...o que mais? NIXON caiu pro causa de Grampo...tia Dilma foi impichada por causa das Pedaladas. O De Gaulle, que já morreu faz tempo, em 1970, dizia que o Brasil não era um país sério...será que não é sério até hoje? Puxa vida! Há mais de 48 anos o De Gaulle disse a famosa frase...meio século se passaram, o que será que ele diria hoje, se estivesse vivo?
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