DA REDAÇÃO
O govenador Pedro Taques (PSDB) admitiu ter “economizado” no diálogo com os aliados políticos e que esse poderia ser um dos motivos que os teria afastado da base aliada.
Em entrevista para o programa Conexão Poder, Taques disse que estava focado em administrar o Estado e não se preocupou em manter as conversas políticas.
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“Talvez eu tenha conversado pouco. Estou focado em trabalhar por Mato Grosso e fazer entregas. Então, talvez tenha faltado diálogo”, comentou o governador.
No entanto, para Taques, o maior motivo para o afastamento de muitos aliados de sua gestão seria que não deixou que manipulassem suas decisões.
“Talvez eu tenha conversado pouco. Estou focado em trabalhar por Mato Grosso e fazer entregas. Então, talvez tenha faltado diálogo”, comentou o governador.
“Não sou vaquinha de presépio. Pessoas sem voto acharam que poderiam mandar no Estado, mas não deixei que fizessem isso. Muitos acharam naquele momento das eleições que poderiam mandar em mim, entenderam errado e tardiamente descobriram a verdade, que eu tenho opinião própria”, pontuou.
Nesta terça-feira (24), ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) e outras 30 lideranças políticas, que ocuparam cargos na campanha ou no Governo Pedro Taques publicaram um manifesto expondo os motivos que os levaram a não apoiar a reeleição do tucano.
Na lista dos descontentes constam nomes de ex-secretários de Governo como: Adriana Vandoni, que comandou o Gabinete de Transparência e Combate à Corrupção, Eduardo Chiletto, que esteve à frente da pasta de Cidades e João Batista da Silva, que foi secretário de Saúde.
Também assinam o manifesto os ex-aliados de Taques que agora se destacam pelas críticas à gestão tucana, como o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM) e o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), ambos cotados para disputar o Governo do Estado.














