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O presidente estadual do PP, Ezequiel Fonseca acredita que o mesmo resultado será obtido nas convenções partidárias, que devem ser realizadas entre julho e agosto.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O Partido Progressistas (PP) definiu que não acompanhará a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB). A informação foi repassada nesta segunda-feira (21) pelo presidente estadual da sigla, deputado federal Ezequiel Fonseca.
“No fim da semana passada, fizemos uma reunião do Diretório Estadual, uma pré-convenção, visando às eleições deste ano, e definimos por seguir a oposição ao governador Pedro Taques”, disse Ezequiel.
Segundo ele, por 40 votos e quatro abstenções o partido decidiu seguir na oposição a Taques, apoiando, inicialmente, o projeto de candidatura ao Governo do senador Wellington Fagundes (PR).
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“No fim da semana passada, fizemos uma reunião do Diretório Estadual, uma pré-convenção, visando às eleições deste ano, e definimos por seguir a oposição ao governador Pedro Taques”, disse Ezequiel.
No entanto, uma ala do PP ainda defende mais discussões com outros partidos, como é o caso do ex-secretário do Ministério da Agricultura, Neri Geller, que chegou a ser cotado como candidato a vice-governador na chapa de Taques. Geller foi um dos que abstiveram na votação interna do Progressistas.
“Acredito ser muito cedo para essa definição e não gostaria que o partido tomasse essa decisão neste momento, pois não é hora de fecharmos as portas para nenhum partido ou discussão”, defendeu Geller.
Por outro lado, Ezequiel acredita que o mesmo resultado será obtido nas convenções partidárias, que devem ser realizadas entre julho e agosto.
“Um grupo tinha essa tendência de apoiar Pedro Taques, mas estancamos essa questão, após a reunião. Temos 69 membros aptos a votar nas convenções e acredito que o resultado vai se repetir”, pontuou o presidente estadual do PP.
“Um grupo tinha essa tendência de apoiar Pedro Taques, mas estancamos essa questão, após a reunião. Temos 69 membros aptos a votar nas convenções e acredito que o resultado vai se repetir”, pontuou o presidente estadual do PP.
Questionado sobre a nomeação do presidente de Cuiabá do PP, Demilson Nogueira, no Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Ezequiel pontuou ter sido uma questão particular e autorizou a permanência na autarquia.
“Ele queria muito, pois é um advogado que atua na causa e estava empolgado. Então definimos que a partir de agora novas incursões ao lado do Governo estão proibidas. Ele também não poderá fazer campanha para candidatos que não sejam os apoiados pelo PP, sob pena de ser expulso do partido”, afirmou o deputado federal.
Para Ezequiel, a nomeação de Demilson no Intermat é apenas uma forma de Taques tentar enfraquecer a sigla, promovendo a desunião.
“Não tenho dúvidas, cada um usa as armas que tem. Ele [Taques] sabe que o partido está organizado e é forte”, comentou.
De acordo com o presidente estadual do PP, a sigla defenderá a composição da chapa majoritária com o nome da empresária Margareth Buzetti como candidata a senadora. Também prepara a um “chapão” para as eleições de deputados federais.














