SÍLVIA DEVAUX
DA REDAÇÃO
As cinco leis instituídas pelo governador de Mauro Mendes (DEM) assim que assumiu a gestão do Estado, no início de 2019, foram apontadas pelo democrata como o principal fator para reequilibrar as contas de Mato Grosso.
Foram leis que cortaram despejas e reduziram a máquina pública. "Nós enfretamos os gastos públicos com muitas medidas", frisou ele, em live do portal Valor Econômico, que participou nesta quarta-feira (28), lembrando que seu governo saiu de 24 para 16 secretarias estaduais.
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Mauro argumentou que outra medida favorável foi ter criado no Estado uma Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que chega a ser muito mais rigorosa que a LRF do Governo Federal.
Com essas medidas controlaram as despejas e, ao mesmo tempo, aumentaram a receita com ajustes na tributação e nos incentivos fiscais indevidos e impróprios, como os concedidos por esquemas de cobrança de propina, como lembrou Mauro, confessados pelo próprio ex-governador Silval Barbosa.
"Fizemos muito cortes, combatemos sonegação. Nós crescemos a arrecadação e diminuímos um pouco a receita", ressaltou o governador, o superávit de mais de R$ 2,7 bilhões no orçamento de 2021.
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