DA REDAÇÃO
O secretário de Fazenda do Estado, Rogério Gallo afirmou que nos primeiros quatro meses deste ano o Governo conseguiu reduzir R$ 150 milhões o custeio do Executivo, em comparação ao mesmo período no ano de 2018, quando a gestão era do ex-governador Pedro Taques (PSDB).
Ao defender o controle de gastos, que ele garante que o tem sido feito nesta gestão, com enfrentamento, Gallo declarou que “dinheiro não é capim e não aceita desaforo”.
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O secretário voltou a argumentar que o Governo não tem condições de conceder 7,69% de reajuste aos servidores da Educação, que estão em greve desde o dia 27 de maio, pois somente esse percentual representaria o montante de R$ 1 milhão em quatro anos.
“Que nível de arrecadação teremos para sustentar aumentos progressivos além daquilo que o Estado tem capacidade de pagar? E não estou nem falando de capacidade financeira mais. Estou falando de respeito à lei [Lei de Responsabilidade Fiscal]. A lei fala que tem 49% que pode gastar com pessoal no Executivo e estamos gastando 58%”, destacou o secretário em entrevista ao programa de rádio Chamada Geral, nesta segunda-feira (8).

















Carlos Araújo 08/07/2019
$$ não é capim ? E o capim da Sefaz que trocou todas as divisórias por 1 milhão de reais, é desaforo ou sacanagem com o contribuinte ?
INDIGNAÇÃO 08/07/2019
Para quem ganha mais de 26 mil reais líquidos, fácil falar ; )
alexandre 08/07/2019
só para os Poderes...
3 comentários