RAFAEL MACHADO
ANDRÉIA FONTES
Cinco representantes de classes empresariais de Mato Grosso e Cuiabá não compareceram a audiência pública convocada pelo governador Mauro Mendes (DEM) na manhã desta quarta-feira (30), que tem por objetivo esclarecer quem são os responsáveis pelos aumentos abusivos nos preços dos produtos, alta que passou a ser praticada com a justificativa de que o Estado teria “aumentado de impostos” por meio da lei que reinstituiu os incentivos fiscais.
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de Mato Grosso (FCDL), Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDLO) alegaram que a ausência se deve a não realização de uma reunião técnica agendada com o secretário de Fazenda, Rogério Gallo. O encontro estava previsto para ser realizado na quarta-feira (29), mas foi adiada e não tem nova data marcada.
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Os representantes de classe afirmam que só vão se manifestar após a realização desta reunião.
Foram convidados para a audiência pública os deputados estaduais e representantes dos segmentos do Etanol, Farmácia, Atacadistas e Material de Construção.

















Leo 30/01/2020
Empresários são sanguessugas, isso nunca vai mudar só tem olhos para seus umbigos, é só vê os os postos de combustíveis estão fazendo, num seria isso prática de cartel? Todo mundo com o mesmo preço, os custos de todos são iguaisinhos, tanto vc quem vende mil ou cem lts, estranho!!!
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