MARCIO CAMILO E THIAGO ANDRADE
DA REDAÇÃO
O ex-líder do Governo Pedro Taques (PSDB) na Assembleia Legislativa, deputado Wilson Santos (PSDB) afirmou que o governador Mauro Mendes (DEM) não encontrará dificuldades para aprovar seu pacote de medidas administrativas contra a crise econômica no Estado, que prevê a extinção de pastas, empresas e autarquias públicas.
O mesmo, de acordo com o Wilson, não se pode afirmar em relação ao novo Fethab, tido pelo Governo Mauro como a junção do Fethab 1 e 2 (encerrado em 31 de dezembro de 2018), que deve render mais de R$ 500 milhões para investimentos em infraestrutura e logística, o que não acontecia antes, já que o dinheiro ia para a Fonte 100, inclusive, para pagamento dos salário dos servidores do Poder Executivo.
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Sem dar detalhes sobre pontos específicos, o tucano avalia que o projeto do novo Fethab só será aprovado após receber adequações dos deputados.
"No tocante a reforma administrativa, o governador não terá diculdades. O novo Fethab, com algumas adequações, também [não vejo dificuldades] não. O que pode haver alguma complexidade é se essa matéria ficar para primeiro de fevereiro [nova legislatura]", declara.
Mauro pode ter mais dificuldade se a reforma - que prevê demissões de servidores públicos com a extinção de pastas – ficar para fevereiro, mês que começa a nova legislatura, composta por alguns sindicalistas.
"No tocante à reforma administrativa, o governador não terá diculdades. O novo Fethab, com algumas adequações, também [não vejo dificuldades] não. O que pode haver alguma complexidade é se essa matéria ficar para primeiro de fevereiro [nova legislatura]", declara.
Neste sentindo, o tucano também quer apresentar sugestões a Mauro para resolver o problema do déficit nas contas públicas em defesa de algumas empresas públicas como a Empaer, que mesmo sendo uma diretoria e levando atendimento em assistência técnica no campo a quem precisa será importante para o governo manter, garantindo o orçamento no setor.
Wilson disse que quando foi prefeito de Cuiabá, entre 2004 e 2010, pegou a Capital com três folhas atrasadas, mas resolveu o problema em 56 dias.
“Peguei uma prefeitura com todos os 14 mil servidores em greve, com três salários atrasados e em 56 dias eu paguei todos os atrasados”, disse Wilson que preferiu não revelar os detalhes do seu novo projeto.
















