MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO
O Governo do Estado deu início a um processo de licitação para escolher um novo banco responsável pelos pagamentos dos servidores públicos e outros serviços bancários. O processo, em andamento na Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) deve substituir o Banco do Brasil, atual prestador destes serviços, ou formalizar um novo contrato com a mesma instituição financeira. O banco escolhido deve pagar R$ 88,6 milhões por ano ao Governo.
O Banco do Brasil fornece os serviços bancários ao Governo desde a 2011. O contrato firmado na gestão Silval Barbosa previa o pagamento de R$ 36 milhões por ano. Já na gestão Pedro Taques (PSDB), a partir de 2015, o Banco do Brasil passou a pagar R$ 38 milhões ao ano. O contrato se encerra em 2020 e prevê o processamento da folha salarial dos servidores públicos e de todas as movimentações financeiras da administração estadual.
>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão
“O início do processo em 2018 visa dar total transparência para que os trâmites licitatórios corram com tranquilidade, sem afogadilho, para que o resultado seja a oferta da melhor prestação de serviços aos servidores e à administração pública”, destaca a Sefaz em nota.
“O início do processo em 2018 visa dar total transparência para que os trâmites licitatórios corram com tranquilidade, sem afogadilho, para que o resultado seja a oferta da melhor prestação de serviços aos servidores e à administração pública”, destaca a Sefaz em nota.
Com o Banco do Brasil, o atual contrato foi estabelecido por meio de dispensa de licitação. Assim, o banco poderá concorrer para seguir prestando serviços ao Estado.
“O Governo reforça que está elaborando a minuta do Termo de Referência (TR) visando diminuir os custos com taxas bancárias e para garantir aos servidores o melhor pacote de serviços”, aponta a Sefaz.
Veja a nota completa:
O Governo do Estado de Mato Grosso, para fins de publicidade e transparência, esclarece sobre a abertura do processo licitatório para a contratação de instituição financeira:
O início do processo em 2018 visa dar total transparência para que os trâmites licitatórios corram com tranquilidade, sem afogadilho, para que o resultado seja a oferta da melhor prestação de serviços aos servidores e à administração pública.
O contrato vigente com a instituição financeira para o processamento da folha salarial, bem como do processamento de todas as movimentações financeiras da administração estadual, é de cinco anos, com término previsto para 2020. Portanto, não se trata de rescisão contratual.
Por ser um processo demorado, com muitas fases, foi dado início com a audiência pública, no dia 21 de setembro de 2018. A realização da mesma foi amplamente divulgada nos meios de comunicação oficiais do Governo do Estado, como também foi anunciada em jornais de circulação local e nacional, obedecendo às regras de divulgação para dar transparência ao certame, que ainda terá outras etapas.
Importante esclarecer ainda que o contrato vigente foi feito por dispensa de licitação e que, agora, todas as instituições financeiras, inclusive o atual prestador de serviços, poderão participar do processo licitatório.
Portanto, nem o Governo e nem os servidores terão prejuízo algum, pois é de interesse dos bancos realizar esse serviço e a instituição financeira vencedora terá que remunerar o Estado pelos benefícios decorrentes da movimentação dos recursos do Estado, o que também vem ao encontro de uma gestão fiscal responsável.
O Governo reforça que está elaborando a minuta do Termo de Referência (TR) visando diminuir os custos com taxas bancárias e para garantir aos servidores o melhor pacote de serviços.
Leia mais:
Parte dos servidores de MT fica sem salário de agosto; Sefaz nega
















