RAFAEL MACHADO
RAUL BRADOCK
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), disse que vai se reunir com o ex-governador Pedro Taques (PSDB) para discutir sobre o cenário político para eleição suplementar ao Senado, na vaga da senadora Selma Arruda (Podemos) que teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral. O prefeito revelou que eles devem se reunir nesta sexta-feira (17) ou na próxima semana para discutir o assunto, quando voltar de viagem. A revelação foi feita durante lançamento das máquinas do projeto Cuiabá Recicla, no Shopping Popular, nesta sexta-feira (17).
Emanuel defendeu que o nome do ex-governador esteja na pesquisa que será feita por um grupo de seis partidos para testar a popularidade de seus pretensos candidatos.
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“Defendi que deveria se colocar o nome do ex-governador Pedro Taques, apesar de que o Nilson Leitão é o nome do PSDB. Mas acho que temos que avaliar, a partir do momento em que todos estão sentando à mesa, todos devem ser ouvidos. Mas, aí, acabou ficando o Nilson mesmo”, disse.
No entanto, o prefeito disse que o PSDB “bateu o martelo” e definiu que apresentará o ex-deputado federal Nilson Leitão, que ficou em quarto lugar na última eleição ao Senado.
“Defendi que deveria se colocar o nome do ex-governador Pedro Taques, apesar de que o Nilson Leitão é o nome do PSDB. Mas acho que temos que avaliar, a partir do momento em que todos estão sentando à mesa, todos devem ser ouvidos. Mas, aí, acabou ficando o Nilson mesmo”, disse.
Ao ser questionado se já havia conversado com Taques, Emanuel respondeu que tinha sido procurado pelo ex-governador e que ficou de discutir o assunto durante uma reunião.
“Ele me procurou e vamos conversar sobre o cenário. Se der tempo hoje ou quando voltar de viagem no final de semana”, comentou. Taques, em contato com o
disse que apenas procurou o prefeito para tomar um vinho, de no máximo R$ 110, "nunca falei em candidatura", disse.
Além de Leitão, na lista de possíveis candidatos ao Senado constam os nomes do ex-governador Júlio Campos (DEM); o deputado federal, Neri Geller (Progressista); o deputado estadual, Max Russi (PSB); e o vereador de Cuiabá, Jucá do Guaraná (Avante).
“O Neri Geller veio e pelo visto tem conversado com o Blairo [Maggi, ex-ministro da Agricultura]. Veio o Max Russi, o Nilson Leitão já ligou querendo participar também, porque sabe que todo o processo político em Mato Grosso, principalmente, em momentos de instabilidade institucional exige o protagonismo e a liderança da Capital do Estado”, explicou.
Protagonismo da baixada
O prefeito explicou que as discussões sobre a eleição começou no final do ano passado, após fazer uma visita junto com seu filho, deputado federal Emanuelzinho (PTB), a família Campos, em Várzea Grande.
Ele ressaltou que todas às vezes que Mato Grosso esteve em momentos instáveis sempre se convocou as lideranças políticas de Cuiabá e Várzea Grande que, segundo ele, tem mais experiência e maturidade.
“Só em Várzea Grande temos dois ex-governadores de uma mesma família, então sentimos convocados para unir Mato Grosso, para manter a paz social e política. Entendemos que se unir Cuiabá, Várzea Grade e a baixada cuiabana com reflexo para unir Mato Grosso, porque Cuiabá é a mãe de todos os municípios, então por isso é um movimento suprapartidário”, definiu.















neto 17/01/2020
esse baixinho nao tem espelho em ccasa...
1 comentários