RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO
O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) voltou a cobrar o Governo do Estado que repasse R$ 60 milhões, referente à Saúde, ao Município que estão atrasados desde a gestão de Pedro Taques (PSDB).
A Prefeitura notificou o Estado cobrando a transferência do montante. Segundo o prefeito, o prazo para que o governo apresente uma proposta termina nesta quinta-feira (05), mas irá aguardar até sexta-feira (06) uma resposta.
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Caso não haja nenhuma manifestação, o Executivo municipal deve judicializar a cobrança.
“Esse recurso pertence a Cuiabá. Não abro mão de nada que pertence a Cuiabá”, disse à imprensa antes do anúncio de investimentos do Governo Federal ao Estado, nesta quinta-feira.
O emedebista relembrou que na gestão Pedro Taques havia mais diálogo com a Capital. Ele falou que havia recorrentes atrasados nos repasses, mas o governo sempre dialogava e buscava negociação, coisas que, segundo ele, não acontecem na administração de Mauro Mendes (DEM).
“No período Pedro Taques constantemente estávamos dialogando. Eram R$ 2 milhões, eram R$ 5 milhões, eram R$ 7 milhões fica um ou dois meses sem repassar nada, mas sempre sentava e negociava”, disse.
“Constantemente os repasses estavam bastante atrasados, não era uma situação fácil, mas havia um contato, um diálogo muito grande, uma ponte construída e havia os repasses, valores não regulares, valores não específicos, mas não deixava sobrecarga da saúde pública do Estado somente nas costas de Cuiabá”, complementou.
O prefeito destacou que a Capital carrega nas costas a saúde do Estado e, por isso, merece maior atenção.
“Cuiabá carrega nas costas a saúde pública de Mato Grosso. Não tem problema somos até pela humanização, pelo princípio universal do SUS, nós não importamos de poder liderar esse processo de humanização e avanço da saúde pública até porque Cuiabá é a Capital, mas tudo tem limite são R$ 60 milhões que o Estado deve a Capital e precisa haver uma composição, isso precisa ser pago pode pagar 10 de 6, pode pagar 20 de 3 que foi a proposta que fiz ao governador na última vez que conversamos, além dos repasses regulares”, frisou.














