MÁRIO ANDREAZZA
REDAÇÃO
O deputado estadual Silvio Fávero (PSL), que morreu no início da tarde de domingo (13), vítima da covid-19, em Cuiabá, apresentou projeto de lei contra vacinação obrigatória em Mato Grosso.
Ainda em janeiro deste ano, na semana em que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial das vacinas CoronaVac e de Oxford no Brasil, no dia 17, e o então presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), propôs que a vacinação fosse obrigatória no estado, Fávero foi contra e anunciou seu projeto polêmico.
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Fávero argumentava ser "direito" do cidadão querer ou não se vacinar, se baseando na Constituição Federal, mas não considerando a urgência do controle da doença que está matando em massa.
O deputado explicava que não era contra a vacina e sim contra a obrigatoriedade, deixando claro que não sabia se iria se imunizar, pois, ainda não estava convicto sobre ‘a vacina’.
A morte do parlamentar foi manchete em vários meios de comunicação em nível nacional devido à contradição dos fatos: Silvio tinha dúvidas sobre o que poderia ter salvado sua vida.












