THIAGO ANDRADE
MARCIO CAMILO
O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), deputado estadual Leonardo Albuquerque - o Doutor Leonardo (SD) -, que investiga possíveis irregularidades nos pagamentos de cartas de crédito aos membros do Ministério Público Estadual (MPE) deve apresentar seu relatório final até a sessão do próximo dia 29 de janeiro.
Segundo o parlamentar, o relatório dele não pede a devolução de R$ 110 milhões como chegou a cogitar na imprensa regional.
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Leonardo, eleito deputado federal e assume uma cadeira na Câmara em fevereiro, disse que vai aproveitar os últimos dias do mês para finalizar os trabalhos. No entanto, conta que ficou sozinho como membro, então depende de um trabalho do presidente do Legislativo Eduardo Botelho (DEM) fazer a indicação de deputados que irão compor a comissão.
“O deputado Botelho está trabalhando nisso há umas semanas ele quer resolver, quer caminhar logo. Ele está chamando os deputados para participarem”, explicou o parlamentar.
“O deputado Botelho está trabalhando nisso há umas semanas ele quer resolver, quer caminhar logo. Ele está chamando os deputados para participarem”, explicou o parlamentar. Conta que todo o trabalho é para que a CPI não seja arquivada.
Leonardo revela ainda que há dificuldade para encontrar novos membros porque é uma legislatura que está no fim e os demais deputados estão em outro ritmo cuidando da transição, de negócios particulares e outros projetos.
“Tem que ficar claro para a sociedade que eu acabei ficando sozinho. Existe uma liturgia, um ritual que eu não posso fazer sozinho e estamos fazendo essa convocação para novos membros”, afirmou.
A CPI foi aberta em 2016, sofreu baixas, primeiro com a saída do deputado Wilson Santos (PSDB) - que assumiu a Secretaria de Estado de Cidades (Secid) - depois José Carlos do Pátio (SD) deixou a comissão para assumir o comando da Prefeitura de Rondonópolis e, por último, o deputado Oscar Bezerra (PV) que abriu mão da presidência e abandonou a CPI.
A Assembleia precisa votar o relatório até o dia 29 de janeiro quando acontece a última sessão da atual legislatura, já que o funcionamento de uma CPI não pode ser superior ao período de quatro anos.
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Janaira silveira Matos 22/01/2019
Então não tem que devolver 110 milhões?????? Cadê esse relatório que ninguém viu ???? Detonaram o Ministério Público e agora diz que não é bem isso????? Essa CPI existe desde 2016 e não deram conta de concluir e vão fazer um relatório às pressas para ser aprovado por novos membros, ainda não sabem nem quem serão estes membros, com certeza nem conhecem o processo. Incompetência total da AL MT nesta CPI
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