MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO
O presidenciável Ciro Gomes (PDT) defendeu que não se pode “satanizar” o agronegócio em razão dos impactos ambientais causados pelo setor em Mato Grosso e em outros estados do país. Ainda com relação ao setor, o candidato afirmou que uma política econômica liberal, como a proposta pelo também presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), levaria o agronegócio à falência em menos de um ano.
Ciro esteve em Cuiabá na sexta-feira (24) para lançar sua campanha ao lado do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM) e do ex-prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT) , candidatos ao Governo do Estado e a vice-governador, respectivamente.
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“O Brasil é talvez o único país do mundo que pode achar o caminho do equilíbrio entre a necessidade grave de alimentar as nossas 207 milhões de bocas, e crescentemente o Brasil é a segurança alimentar de parte importante do planeta. Portanto, nós não podemos satanizar quem se dedica dia-a-dia a trabalhar comida para o mundo”, declarou.
"Crescentemente o Brasil é a segurança alimentar de parte importante do planeta. Portanto, nós não podemos satanizar quem se dedica dia-a-dia a trabalhar comida para o mundo”, declarou Ciro Gomes.
O pedetista ponderou que é preciso pensar nos recursos naturais e defendeu que é possível que haja preservação com a utilização de novas tecnologias, em especial com relação aos agrotóxicos.
“Entretanto, não é razoável que a gente não, ao produzir, a acessibilidade necessária para não depredar os recursos naturais para o futuro da humanidade e dos nossos filhos mais imediatamente. Isso tanto a ver com biomas, com recursos hídricos, que são as duas coisas mais sensíveis. Isso se resolve colocando em prática mecanismos modernos de planejamento como zoneamento econômico ecológico, agregação de valor à substituição de defensivos agrícolas e agrotóxicos produzidos em bases mais compreensivas das questões da saúde humana, por exemplo”, continuou.
"O agronegócio brasileiro acabaria em menos de 12 meses. Isso não é um candidato falando mal do adversário? Não. É um velho estudioso da vida brasileira”, criticou.
A ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Kátia Abreu (PDT) foi escolhida como candidata à vice-presidência na chapa de Ciro no início deste mês. A escolha foi uma sinalização ao setor rural e também ao empresariado, que poderia se assustar com a relação de Ciro Gomes com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de quem foi ministro.
Como tem sido desde a pré-campanha, o pedetista não deixou de criticar o candidato Jair Bolsonaro ao falar de economia.
“O agronegócio defender políticas econômicas liberais é praticamente pedir para morrer. Vamos supor que as ideias do professor Paulo Guedes, que assessora o Bolsonaro, fossem praticadas. O agronegócio brasileiro acabaria em menos de 12 meses. Isso não é um candidato falando mal do adversário? Não. É um velho estudioso da vida brasileira”, declarou o candidato.
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Brincante 25/08/2018
Ciro ex ministro de Lula....comunista...vote 17 e confirme.
Carlos Nunes 25/08/2018
Ih! A esquerda do Brasil tá é apavorada...já sabe que perderá a eleição. O maior exemplo de fracasso do Socialismo é a VENEZUELA. Ontem a Imprensa revelou que...já fugiram da Venezuela mais de 2 MILHÕES de irmãos e irmãs venezuelanos. O regime é tão bom, mas tão bom...que é melhor fugir de lá. Enquanto isso, tio Maduro, aprendiz de ditador, quer se perpetuar no Poder...vai ficar como o Fidel Castro, uns 50 anos como chefe. Essa esquerda critica os americanos, chama de imperialistas, mas lá tem eleição...tem Imprensa Livre, Liberdade de Expressão, de Opinião, de chiar a beça, de reclamar pra burro, de botar a boca no trombone. Quanto ao Bolsonaro, ele garantiu que no seu governo, ninguém vai invadir terra de ninguém, os produtores podem ficar sossegados. A Constituição será cumprida.
alexandre 24/08/2018
Quem faliu o Brasil, foi a esquerda..
3 comentários