DA REDAÇÃO
Para pressionar e evitar a aprovação dos projetos denominado de “Pacto por Mato Grosso”, propostos pelo governador Mauro Mendes (DEM), os sindicalistas dormiram no chão do Plenário da Assembleia Legislativa.
O fato ocorreu mesmo depois de os deputados conseguirem, na noite desta terça-feira (22), uma decisão da Justiça que obriga os servidores a desocuparem o local, porém, o deputado Eduardo Botelho (DEM) – presidente da Assembleia - proibiu uso da força policial.
A multa em caso de descumprimento pode chegar a R$ 1 milhão, mas os servidores sabem que passada a confusão eles vão à Justiça novamente e pede a negociação dos valores. Em geral, as multas são abonadas pela Justiça ou é feito acordo com os parlamentares para que ela não seja executada.
Mesmo com a resistência dos sindicalistas, as votações dos projetos que impõe novas regras para concessão da Revisão Geral Anual (RGA) e reforma administrativa e a extinção de empresas públicas devem ser votadas ainda nesta quarta-feira (23).
Para evitar confusão no local, a segurança do Legislativo já havia sido reforçada na terça, até um Centro de Comando e Controle Móvel está no local, bem como novas viaturas de polícia e o Corpo de Bombeiros.
Imagens feitas pelo servidor público Max Campos nesta manhã mostra reforço total na segurança do Parlamento com a chegada de mais policiais militares para garantir a realização da sessão extraordinária e a apreciação dos projetos do Democrata que devem ocorrer na sala da presidência já que o Plenário continua interditado.
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Thiago 23/01/2019
Se continuar essa graça é só desligar a energia do prédio que sai todos devido ao calor. Quero ver quem fica lá dentro.
1 comentários