A rusga entre o presidente Eder Moraes e Carlos Brito ganhou proporção de governo, depois que Brito insurgiu contra o presidente, atacando o projeto do VLT, durante audiência pública na Assembléia, no início do mês, que discutia os benefícios e os entraves para implantação do modal em Cuiabá. Brito chamou Eder de tirano e gerou uma crise que, deve culminar com sua demissão. Para ser exonerado, é preciso que 2/3 dos deputados respaldem o pedido (para exonerar Brito) que já foi entregue ao governador Silval Barbosa. Fontes do RepórterMT avaliam que a demissão é irreversível. Até mesmo "aliados" já estariam jogando a toalha e admitindo uma saída estratégica de Brito da Agecopa, para evitar que uma crise de proporções incontroláveis se instale no governo.