RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) declarou, na quinta-feira (5), que ainda não está decidido a disputar a reeleição e afirma que vários partidos já anunciaram, nos bastidores, apoio à sua candidatura.
Ao programa Resumo do Dia, da TV Brasil Oeste, Taques minimizou o fato de perder o paoio de siglas importantes - como Democratas (DEM) e o Partido Social Democrático (PSD) – argumentando que é bom que se tenha vários candidatos, no entanto, declarou que vários partidos também têm incentivado a disputa.
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“Alguns partidos políticos já manifestaram interesse em conversar sobre as eleições deste ano, entre eles o PPS, Patriota, PSB, Solidariedade e existem vários outros que demostraram interesse”, declarou.
Porém, o tucano disse que esse é um assunto discutido, ainda, dentro do partido e, neste momento, não vai se posicionar.
"Eu sou político há oitos anos, onde fui senador e governador como todos sabem, mas confesso que estou deixando a eleição um pouco mais para frente porque temos muitos problemas para serem resolvidos e eu quero trabalhar muito”, respondeu o governador.
“Não quero misturar as coisas e, sim, administrar Mato Grosso até o dia 31 de dezembro de 2018 trabalhando forte para resolver os problemas. (...) Eu sou político há oitos anos, onde fui senador e governador como todos sabem, mas confesso que estou deixando a eleição um pouco mais para frente porque temos muitos problemas para serem resolvidos e eu quero trabalhar muito”, respondeu.
O governador adiantou que existe um ala de prefeitos tucanos que pedem sua candidatura a reeleição, no entanto, irá decidir sobre a disputa após outras reuniões com lideranças do partido.
“Isto está sendo discutido pelo nosso grupo político, vou discutir dentro do PSDB ouvindo os deputados, os prefeitos, o deputado federal Nilson Leitão – pré-candidato ao Senado. 15 prefeitos do partido pediram isso, mas a bem da verdade, ainda estamos discutindo isso com a militância”, desconversou Taques.
No entanto, o argumento do governador mostra um recuo no projeto à reeleição, já quem em fevereiro passado, o tucano havia firmado com várias lideranças, durante almoço em sua casa, apoio a seu projeto de disputar novamente o Governo do Estado.
Mas, de lá pra cá, o DEM e o PSD e o seu próprio vice abandonaram a administração tucana.
O almoço ocorreu em meio a rumores de que o então vice-governador Carlos Fávaro estaria articulando uma possível candidatura ao Palácio Paiaguás, nas eleições deste ano. Taques convidou os aliados para reafirmar que disputaria a reeleição, colocando fim às especulações de que seria 'traído' por seu vice.
Até mesmo o deputado Nilson Leitão (PSDB), com quem Taques teve divergências durante o ano participou do encontro, para mostrar que o grupo continuava unido.
Contudo, após um mês do “acordo” veio o desembarque dessas lideranças da base aliada e, agora, Taques tenta reorganizar os aliados e buscar novos.















Júlio 08/04/2018
Precisa explicar o rombo de 300 milhões no FUNDEB primeiro.
Ricardo 07/04/2018
Nilson Leitão seria o nome certo, atrairia o apoio de diversas siglas. Assim como eu, esse tem sido o posicionamento da maioria da militância do PSDB. Esperamos que o governador seja sensato, é possível articular uma vaga pra ele no STF.
Teka Almeida 07/04/2018
Larga a mão de ser mentiroso. Usando mentiras para justificar o abandono de quem sempre te apoiou e todos foram chutados, faz isso para tentar se valorizar. Hoje quem te apoia??? Só o PPS e o PSB que foi tomado pelo seu povo sorrateiros e traiçoeios pois nem o PSDB quer sua reeleição, além de desmoralizar o partido os colocam na mesma vala de mentirosos, politiqueiros e traiçoeiros. Esse será seu destino... ISOLAMENTO.
3 comentários