DA REDAÇÃO
Duas situações desconfortáveis marcaram dois eventos realizados na terça-feira (24), um pelo DEM e outro pelo PSDB em Cuiabá.
Pela manhã, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho, se mostrou incomodado pela presença no evento que lançou a pré-candidatura do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM) ao Governo do Estado. Até aqui, Botelho foi aliado de primeira ordem do governador Pedro Taques (PSDB), que deve ir à reeleição.
Em entrevista aos jornalistas na entrada do evento, o presidente da Assembleia sequer citou o nome de Mauro. “Eu sou do Democratas, evidentemente o Democratas tem um candidato e eu vou defender o candidato do Democratas”, se limitou a dizer. Durante a coletiva, o desconforto do deputado continuou. Durante a coletiva Mauro disse que o governo sequer enviou projetos de reforma para ALMT votar e perguntou a Botelho, que se viu constrangido e só balançou a cabeça. 'Fala alto, que Taques não mandou a reforma para votar', disse MM. Botelho, no microfone apenas disse um sonoro não.
À tarde, o constrangimento era evidente entre a juíza aposentada Selma Arruda (PSL) e o deputado federal Nilson Leitão (PSDB), ambos pré-candidatos ao Senado Federal no palanque do governador Pedro Taques. O deputado tucano nunca escondeu que tinha preferência por uma dobradinha com o também deputado Adilton Sachetti (PRB) na corrida ao Senado. Até mesmo um aperto de mão entre Leitão e Selma, selando a parceria da chapa, teve de ser praticamente forçado por Taques durante o pronunciamento.
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