DA REDAÇÃO
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, afirma que não liberou os parques municipais porque não é possível fazer o controle e evitar a aglomeração, diferente das academias academias de musculação, ginástica, natação e congêneres. Pontua ainda que as medidas seguem as recomendações das entidades de saúde.
“Nas academias dá para estabelecer um controle, que nos parques não é possível. O distanciamento, limite no acesso de pessoas e higienização constante dos equipamentos. Nas áreas públicas, não é possível por conta do grande fluxo de pessoas. Tanto é que, mesmo com a suspensão, a população continua indo e não quer saber se está ou não proibido. Com isso, os espaços acabam tornando-se focos de propagação do vírus”, explicou.
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O gestor argumentou ainda que as atividades de lazer provocam um relaxamento natural nas pessoas, fazendo com que a atenção com as medidas de biossegurança diminua. “Muitas vezes acontece o contato entre as pessoas de forma mais próxima. É nesse contato que corremos o risco de transformar um momento de lazer em um ato de proliferação da Covid-19”, ressaltou.
O Município é responsável por quatro parques: Parque das Águas, Parque Tia Nair, Parque da Família e Parque da Nascente. Em todos, junto com a colocação de faixas informando a suspensão das atividades, foi adotada a desativação de todos os equipamentos que compõem os espaços como banheiros, quadra de esportes, academia ao ar livre, playground, fonte luminosa, splash zone, show das águas e ParCão.
A norma abrange ainda outros equipamentos públicos como, por exemplo, quadras poliesportivas, mini estádios, ginásios de esportes e congêneres.
Já os parques estaduais - Mãe Bonifácia, Zé Bolo Flô e Massairo Okamura - foram liberados essa semana.













