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Cuiabá, 19 de Junho de 2024
19 de Junho de 2024

09 de Novembro de 2022, 08h:22 - A | A

OPINIÃO / WILSON CARLOS FUÁH

Saber aceitar o possível



A possibilidade de viver só do presente, é muito difícil, por que o nosso pensamento está sempre a voar entre o passado e futuro, o passado produz parâmetros para desenvolvimento das análises do que está certo ou errado e para evitar a repetição de vários erros várias vezes e o futuro sabemos que é composto apenas sonhos e projetos possíveis e impossíveis.

É por isso que, o dia tem 24 horas e nos dá a possibilidade de recomeçar ou procurar acertar o que já aconteceu. Mas, o novo dia nos encarrega de lembrar através dos erros e acertos, que é preciso viver o presente como se fosse nova página da nossa história vida. O tempo é apenas um meio de nos prepararmos, ou não, e buscar sempre aquilo que almejamos, mas quando não há sonhos, a vida simplesmente passa e o tempo perde sua importância.

O futuro está logo ali em nossa frente, mas vem composto de dúvidas. Viver na simplicidade leva-nos a estar preparados para receber a pureza da existência que passa pelo agora e tem o poder de nos preparar para o inevitável. Por isso é inútil achar que temos a certeza daquilo que ainda não aconteceu, pois agindo assim, o estado de agonia pela conquistar do impossível, pode escravizar a nossa vida em permanente estado de ansiedade. Viva o agora ancorado no presente, projetando a felicidade do possível, comemorando todos os dias sua existência, porque o importante é amar a viva e agradecer a Deus, por ter recebido a graça de fazer parte do grande espetáculo do universo.

Ao levarmos a vida objetivamente em busca do possível, cada sonho que morre, nasce um adulto no pensar, pois em cada manhã, o dia nos impõe em nova realidade nos mostrando que a felicidade não é para todos.

Ao viver sob a regra de bons sentimentos, com gesto de carinho e com boas intenções, isto nos dá a possibilidade de receber a suavidade dos gestos e também possibilita o retorno da imensidão da suavidade da satisfação de quem recebe e a quem dá. Viver na simplicidade de um sentimento que possa nos motivar e purifica a alma, mas acima de tudo planejar novos caminhos, e com isso, poder abrir as portas da harmonia e da paz.

O exercício de amar é antes de tudo aceitar os defeitos do outro, com as suas virtudes e fracasso, e com isso, não tentar moldar as pessoas a aquilo que nos espera, pois aquele que muito escolhe pode não ser escolhido, porque a vida se resume em apreciar o que está feito e desfrutar do que está certo, é isso, que tornam-se é a grande sacada da vida.

Econ. Wilson Carlos Soares Fuáh  é Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

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