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16 de Novembro de 2015, 18h:07 - A | A

GERAL / 30 ANOS DEPOIS

Taques anuncia a retomada das obras do Hospital Central

Ao invés de uma única unidade, seis projetos formam um complexo de atendimento pela saúde pública, previsto para ficar totalmente pronto até 2020.

Assessoria

Estrutura não pode mais abrigar um hospital, mas pode ser aproveitada para outras unidades de saúde.

Estrutura não pode mais abrigar um hospital, mas pode ser aproveitada para outras unidades de saúde.

KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) anunciou na tarde desta segunda-feira (16) que vai retomar, na primeira quinzena de dezembro, a obra do Hospital Central, que fica no Centro Político Administrativo (CPA) e está parada há 30 anos.

O CRIDAC seria a primeira unidade da “cidade da saúde”, com previsão de entrega para setembro de 2016.

A expectativa do governo é que, a partir de uma grande campanha social em torno desta iniciativa, envolvendo inclusive dações voluntárias,fique pronto em seis meses o novo Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (CRIDAC), que atualmente funciona na região do bairro Porto. Na sequência, serão construídos o Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade (CERMAC), o MT Laboratório, a Central de Regulação do SUS e por fim o Hospital Materno Infantil.

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O CRIDAC seria a primeira unidade da “cidade da saúde”, com previsão de entrega para setembro de 2016.

Segundo o secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Paulo Brustolin, a iniciativa envolve seis projetos, que juntos vão custar R$ 80 milhões. A primeira fase exigirá R$ 6 milhões e 500.

Segundo o secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Paulo Brustolin, a iniciativa envolve seis projetos, que juntos vão custar R$ 80 milhões. A primeira fase exigirá R$ 6 milhões e 500.

Taques informou, em coletiva à imprensa, que o que restou da obra, depredada e furtada por populares por ficar tanto tempo parada, não pode mais abrigar um hospital. Conforme o Governo, a disposição arquitetônica já não atende mais às regras da ABNT, mas será aproveitada neste início de reestruturação do complexo da saúde.

Taques, na época em que era procurador federal pediu à Justiça a condenação do Estado de Mato Grosso e a obrigação de entregar o Hospital Central. Mas o Estado recorreu e continuou a fazer isso por todo este tempo, adiando o empreendimento.

Gcom-MT

Acordo judicial Hospital central

Governador e MPF assinam acordo judicial em prol da finalização do empreendimento.

Agora enquanto governador, Taques assinou um acordo judicial, com o Ministério Público Federal (MPF), se comprometendo a viabilizar recursos orçamentários no Plano Plurianual 2016-2019.

O acordo estabelece que a  obra do CRIDAC vai iniciar em dezembro e terminar em setembro de 2016; a obra do CERMAC vai iniciar em março e terminar em dezembro de 2016, o MT Laboratório, de setembro de 2016 a junho de 2017, a Central de Regulação do SUS, de março a dezembro de 2017, e o Hospítal Materno Infantil de março de 2017 a dezembro de 2020.

O procurador Marco Antônio Barbosa disse ao que, mesmo 30 anos depois, o MPF continua insistindo em pressionar o Estado para que finalize a obra.

A primeira-dama Samira Martins é que vai articular a campanha social para angariar fundos, que serão somados à emenda do deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), no valor de R$ 29 milhões.

Segundo ela, duas grandes construtoras já se sensibilizaram com a causa, empresários e até o cidadão comum também vai poder colaborar, depositando qualquer quantia em uma conta bancária que ainda será aberta.

A primeira-dama diz que a ideia é  “fazer dar certo” e já conta com apoios “de peso”, como o ator Otaviano Costa, que abraçou a ideia.

Gcom-MT

Hospital Central

Depredação e abandono há 30 anos.

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