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13 de Julho de 2022, 14h:48 - A | A

GERAL / VEJA VÍDEO

Receita Federal apreende milhares de cigarros eletrônicos no Shopping Popular

A ação foi realizada no final da manhã desta quarta-feira (13), em Cuiabá.

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prf camelo

DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTER MT



A Receita Federal, em ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu, no final da manhã desta quarta-feira (13), milhares de cigarros eletrônicos e acessórios usados que estavam sendo vendidos no Shopping Popular, localizado no bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

Desde o último dia 6, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a proibição da venda do produto em todo o país, após serem apontados riscos de toxicidade à saúde.

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Na ocasião, ainda foi aprovado o fortalecimento das fiscalizações e repressão ao comércio ilegal do equipamento. Apesar da proibição, o produto virou moda entre os jovens.

Vale ressaltar que, no Brasil, diversas pessoas já morreram por conta do consumo do cigarro eletrônico.

Na ação de hoje, diversas lojas tiveram seus produtos apreendidos. As primeiras informações dão conta de que pelo menos nove caixas foram recolhidas.

Além dos cigarros eletrônicos, foram aprendidos carregadores, baterias, resistências e essências. A estimativa é que o prejuízo para os empresários chegue a R$ 2 milhões.

Por meio de nota, o Shopping Popular afirmou que já tinha orientado os comerciantes sobre a proibição e que está à disposição das autoridades para colaborar no que for necessário.

"Recentemente a Anvisa ratificou a proibição de comercialização e a liberação de cigarros eletrônicos, e a Associação dos Camelos do Shopping Popular tem buscado orientar os lojistas associados para que observem a legislação e trabalhem dentro da legalidade. Esclarecemos ainda que apenas algumas lojas estabelecidas no Shopping Popular permaneciam comercializando cigarros eletrônicos e que já estavam providenciando a alteração da atividade econômica visando se adequar à legislação. Estamos à disposição das autoridades para colaborar no que for necessário", diz trecho de nota.

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