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08 de Outubro de 2026

08 de Setembro de 2015, 17h:30 - A | A

GERAL / REDE PÚBLICA DE CUIABÁ

Professores retomam trabalho nesta quarta; Justiça declarou greve ilegal

A categoria avaliou que conseguiu uma boa proposta nessa campanha salarial: reajuste de 9,31% e mais 2,30% em janeiro de 2016.

Secom-MT

Assembleia acatou a sugestão do conselho de representantes das 90 escolas e creches municipais.

Assembleia acatou a sugestão do conselho de representantes das 90 escolas e creches municipais.

KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO



Os professores da rede municipal de educação de Cuiabá encerraram, em assembleia geral na tarde desta terça-feira (8), a greve, deflagrada no dia 31 de agosto, por aumento salarial e outras reivindicações.

A assembleia acatou a sugestão do conselho de representantes das 90 escolas e creches municipais, que já havia desde a semana passada avaliado pelo fim imediato da paralisação

A assembleia acatou a sugestão do conselho de representantes das 90 escolas e creches municipais, que já havia desde a semana passada avaliado pelo fim imediato da paralisação, conforme a sindicalista Helena Maria Bortolo, da direção do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep), sub-sede de Cuiabá.

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A categoria volta ao trabalho já nesta quarta-feira (9).

Na visão do conselho de representantes, a Justiça pressionou a base nas escolas a voltarem ao trabalho, ao determinar que a greve é ilegal. O esvaziamento do movimento vem sendo sentido desde a semana passada.

No início da campanha salarial, a categoria pediu 12,4% de reajuste. Na folha de julho, o prefeito Mauro Mendes (PSB) concedeu 9,31%. Mesmo assim, os professores suspenderam as aulas dia 31 de agosto.

Na quarta-feira (2), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso considerou a greve ilegal, levando em conta que o processo de diálogo, entre as partes, ainda estava em andamento. A Prefeitura fez uma outra proposta, oferecendo mais 2,30% em janeiro de 2016. Também garantiu que em 120 dias fará publicações de licenças prêmio, elevação de nível e outras notas trabalhistas que estariam pendentes.

 

A promessa é também de qualificação docente e dos demais funcionários da educação e concurso público em setembro.

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