MAJU SOUZA
DA REDAÇÃO
Servidores da Educação de Mato Grosso decidiram pela continuidade da greve dos professores, que ocorre desde o dia 27 de maio no Estado. Em assembleia geral, promovida na tarde desta sexta-feira (12), pelo Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), os grevistas fizeram o velório simbólico do governador Mauro Mendes (DEM), como ato de recusa à proposta do Governo.
Decisão veio após o governador rejeitar a proposta feita pelos deputados estaduais, de parcelar o reajuste de 7,69% em três vezes, sob o argumento de estouro da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que o impede de atender as reivindicações da categoria.
>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão
Na última audiência de conciliação, o Governo do Estado propôs a suspensão do corte de ponto dos grevistas, sendo o montante descontado reposto em duas parcelas e apresentou um calendário de reuniões a cada quadrimestre para que discutissem, Executivo e Sintep, a possibilidade de pagamento do reajuste, conforme a melhora econômica do caixa do Estado.
O presidente do Sintep, Valdeir Pereira argumenta que greve vai continuar porque estão cobrando a proposta de uma lei que já foi aprovada e está em vigência.
Investimentos
Na última semana de junho, o Governo anunciou investimento de quase R$ 115 milhões na Educação, ainda este ano.
Segundo estimativa do Governo, serão R$ 52 milhões para o pagamento de 1/3 de férias dos servidores contratados, que passará a ser garantido a partir deste ano; R$ 15,6 milhões para substituição de servidores efetivos que se afastarão para qualificação profissional; e mais R$ 11,9 milhões para substituição de servidores, que sairão de licença-prêmio ou se aposentarão.
Serão investidos ainda R$ 35 milhões para melhoria na infraestrutura das escolas.
Outra reivindicação atendida pelo Governo é o chamamento do cadastro de reserva do concurso público de 2017, que vai contemplar vários municípios de Mato Grosso.
No mês de julho, serão chamadas 681 profissionais para atuarem em várias escolas estaduais, sendo 221 professores, 300 apoios administrativos e 160 técnicos administrativos educacionais.
















Ana Barros 13/07/2019
Vamos respeitar a vida, considero isso uma brincadeira de muito mau gosto!
Esperança 13/07/2019
Concordo, já passou da hora deMM deixar de birra e apresentar uma proposta, pois sabemos que ele sabe o caminho pro Estado se enquadrar no limite e até o momento em que isto vai acontecer, pois se não souber, pede pra sair.
walter liz 12/07/2019
Está greve já extrapolou os limites da sensatez , greve política, inconsequente e irresponsável, já prejudicou demais os próprios professores, Pais e alunos.
3 comentários