JOÃO AGUIAR
DA REDAÇÃO
Com a confirmação de que a final da Supercopa do Brasil entre Atlético-MG e Flamengo será mesmo realizada na Arena Pantanal, no dia 20 de fevereiro, a diretoria do clube mineiro ficou descontente. O presidente da equipe, Sérgio Coelho, disse que o clube não foi consultado sobre a decisão e também reclamou do calor da Capital.
“Pedimos no ofício que nos comunicassem de forma antecipada para discutirmos juntamente com o nosso adversário um local que atendessem aos dois clubes. Infelizmente, tomaram a decisão”, disse o presidente em entrevista ao globoesporte.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
Leia mais
Cuiabá vai receber Atlético-MG x Flamengo na Arena Pantanal
O presidente do Atlético também se mostrou indignado com o fato de o Flamengo ter conseguido reservar "o melhor hotel" de Cuiabá antes do clube mineiro, acusando o clube rival de receber informações antecipadas da CBF.
“Agora, o que mais incomoda ao Atlético é o Flamengo ter informações privilegiadas dentro da CBF. Quando nós ficamos sabendo que seria em Cuiabá, nosso departamento de logística fez contato imediato com o melhor hotel de Cuiabá para a reserva. E eles nos disseram que não poderiam nos receber, porque já iriam receber o Flamengo, que havia feito a contratação do hotel há mais dias”, disse.
Apesar disso, Sérgio Coelho elogiou a Capital mato-grossense e a Arena Pantanal. “Tenho muita admiração pela cidade de Cuiabá, carinho com o povo de lá. Quanto à Arena Pantanal, ela é de Copa do Mundo. Então, estaremos bem por lá, é um palco espetacular”, disse.
A última crítica do presidente sobre a escolha é o calor de Cuiabá. “Lá teremos 35 graus, 40 graus. Teremos esse "prejuízo" também para uma partida tão importante, de jogo único, entre dois clubes com grandes jogadores”, argumentou.
A decisão da Supercopa está marcada na Arena Pantanal para o dia 20 de fevereiro, às 15h de Mato Grosso. Ainda não há definição sobre o início da venda de ingressos e nem de quantas pessoas estarão presentes no estádio, já que o decreto do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) limita o público em 30%.












