CAMILA PAULINO
DA REDAÇÃO
Um levantamento feito pelo
constatou que o preço do litro do óleo diesel ainda não reduziu diretamente nas bombas dos postos da Baixada Cuiabana conforme determinação do Governo Federal. A comparação feita nesta terça-feira (05) leva em conta os preços registrados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) no dia 17 de maio, antes de iniciar a paralisação nacional dos caminhoneiros.
O
registrou que o diesel está sendo vendido em Cuiabá a até R$ 4,10. A gasolina chega a R$ 4,89 e o etanol a R$ 2,99.
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Nesta terça-feira fiscais do Procon Estadual e do Procon Municipal, em conjunto com policiais civis da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon) autuaram donos de postos por revender combustíveis com valores abusivos em Cuiabá. Os nomes das unidades e a quantidade de autuações não foi informada.
Conforme apurou a reportagem em postos nas principais avenidas da Capital, o valor repassado para a bomba reduziu somente de R$ 0,06 a R$ 0,10 centavos, enquanto que a União determinou redução de R$ 0,46 centavos no preço do produto.
“Nós mantemos a PMPF do dia 15 de maio e qualquer diminuição do preço do diesel, seja alíquota ou não, isso tem que se reverter na bomba. Se o cidadão não sentir na bomba é fraude. Isso não existe. Se a União deu desconto, o Estado deu desconto e não diminuiu na bomba é fraude”, disse o governador.
Além disso, o governador Pedro Taques (PSDB) também determinou o congelamento do preço médio ponderado ao consumidor final (chamado de PMPF) sobre o combustível, o que representa uma redução na bomba de R$ 0,17 sobre o valor do óleo diesel em Mato Grosso.
Na manhã desta terça-feira o governador explicou que para que a redução seja eficiente, o desconto deve ser repassado ao consumidor, do contrário pode ser considerada uma fraude. Em tese, o preço deveria reduzir pelo menos R$ 0,63 centavos.
“Nós mantemos a PMPF do dia 15 de maio e qualquer diminuição do preço do diesel, seja alíquota ou não, isso tem que se reverter na bomba. Se o cidadão não sentir na bomba é fraude. Isso não existe. Se a União deu desconto, o Estado deu desconto e não diminuiu na bomba é fraude”, disse o governador.
O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sindipetróleo-MT), explica que parte do diesel comercializado ainda pertence ao estoque comprado com valor maior, inclusive a expectativa é de que em até uma semana os comerciantes estejam repassando os novos preços ao consumidor.
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