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09 de Dezembro de 2014, 22h:35 - A | A

GERAL / MENDES JÚNIOR

Executivos de construtora da Arena Pantanal são indiciados por lavagem e desvio de dinheiro

A operação Lava Jato investiga um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões

DA REDAÇÂO



A Polícia Federal (PF) indiciou executivos de quatro empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, que apura esquema de lavagem e desvio de dinheiro na Petrobras. As empresas investigadas possuem contratos de obras com a companhia. Ao todo, são 13 indiciados pela PF.

As empresas que tiveram executivos indiciados foram a OAS, Galvão Engenharia, Queiroz Galvão e Mendes Júnior, esta última a responsável pela obra da Arena Pantanal, em Cuiabá. 

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Os executivos indiciados foram José Aldemário Pinheiro Filho, José Ricardo Nogueira Berghirolli, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Mateus Coutinho de Sá Oliveira e Alexandre Portela Barbosa, Erton Medeiros Fonseca,  Othon Zanoide de Moraes Filho e Ildefonso Colares Filho,  Sérgio Cunha Mendes, Angelo Alves Mendes, Flávio Sá Motta Pinheiro e Rogério Cunha de Oliveira. Sérgio Mendes é vice-presidente-executivo da Mendes Jr. 

Os indiciados devem ser enquadrados pelos crimes de uso de documento falso e lavagem de dinheiro. 

A operação Lava Jato investiga um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões e provocou desvio de recursos da Petrobras, segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

Empreiteiras mantêm contratos com a Petrobras que somam R$ 59 bilhões. “O esquema criminoso vinha sendo bem sucedido em razão de a ele ter aquiescido uma série de personagens, desde os ‘meros’ courriers até os grandes pagadores de propinas, cujo objetivo era a obtenção de facilidades nos contratos com a Petrobrás", diz trecho do relatório da PF sobre a Mendes Jr. 

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