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31 de Maio de 2019, 10h:07 - A | A

GERAL / VELHO PRONTO-SOCORRO

Emanuel acusa servidores de boicote: 'Estão escondendo luvas'

Segundo o prefeito, as ações estão sendo investigadas por processos administrativos.

RepórterMT

Prefeito Emanuel Pinheiro inaugurou a terceira etapa do HMC nesta sexta-feira.

Prefeito Emanuel Pinheiro inaugurou a terceira etapa do HMC nesta sexta-feira.

MAJU SOUZA
DA REPORTAGEM



O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) declarou à imprensa, nesta sexta-feira (31), que sua gestão estaria sendo alvo de boicote no antigo Pronto-Socorro, segundo ele, insumos para o funcionamento hospitalar estariam sendo escondidos, o que estaria prejudicando o atendimento e a situação sendo usada posteriormente como denúncia de falta de material de trabalho.

“Estamos indo para cima dos boicotes. Já abrimos alguns PAD’s (processos administrativos)  e em breve, deixa a gente ter prova concreta, não quero ser leviano e nem irresponsável, mas já teve um fato recente, que esconderam insumos e encontramos milhares de luvas escondidas no banheiro”, relatou o prefeito durante a inauguração da terceira fase do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) Dr. Leony Palma de Carvalho.

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"Já teve um fato recente, que esconderam insumos e encontramos milhares de luvas escondidas no banheiro”, relatou o prefeito.

Quanto ao novo Pronto-Socorro da Capital, o prefeito afirmou que a obra foi avaliada pelos técnicos do Ministério da Saúde como um dos três mais bem montados hospitais do país e que representa um marco na história da saúde pública.

Nesta etapa foram entregues 56 leitos de enfermaria adulta e 30 pediátrica.

Os pacientes atendidos no HMC são direcionados para a unidade de forma eletiva, ou seja, passam antes por unidades de atendimento de urgência e emergência da Capital.

Com a entrega, o HMC passa a ofertar 180 leitos clínicos, que estão montados com equipamentos de última geração, capazes de atender e estabilizar com supremacia, quaisquer intercorrências graves, caso ocorra com algum paciente internado.

O prefeito alega que o atendimento não pode ser “portas abertas” porque é preciso controle na saúde pública da Capital.

“Estou cuidando de vidas humanas e não posso abrir essa obra como se abre um bar, como se abre um mercado”, argumentou.

 

 

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Anderson Menezes de Oliveira 31/05/2019

Absurdo ele dizer isso.Querendo esconder sua imcopetência em administrar a saúde e jogando a culpa no servidor que rala pra caramba e ganha uma miséira de salário.

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1 comentários