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24 de Outubro de 2022, 17h:26 - A | A

GERAL / LEVANTAMENTO DA FNP

Cuiabá supera média nacional de investimento em saúde por habitante

A capital mato-grossense fez parte de um estudo que abrange as 106 maiores cidades do Brasil

Assessoria

Cuiabá

DO REPÓRTER MT



Cuiabá superou, em 2021, a média nacional de investimento em saúde pública por habitante. De acordo com levantamento apresentado pelo 18ª anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, a capital mato-grossense empregou nesta área o valor médio, per capita, de R$ 1.853, superando a marca do conjunto de municípios brasileiros, que foi de R$ 1.013.

Ainda de acordo com o estudo, o investimento feito por Cuiabá também é maior que a média das capitais, que chegou a R$ 1.048. O documento foi elaborado pela Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), que selecionou as 106 maiores cidades do Brasil, sendo duas de cada Estado, para montagem das tabelas com os dados.

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“Esses números mostram que estamos no caminho certo. Não é qualquer município que consegue fazer investimentos na saúde maior que a média nacional e que a média das capitais. Vamos continuar trabalhando de forma planejada para assegurar esse avanço com contínuo”, comenta o prefeito Emanuel Pinheiro.

No ranking geral, o anuário Multi Cidades da FNP aponta que Cuiabá ocupa a 15ª posição, com um investimento total no campo da saúde de R$ 1.155.823.332,28. Essa é a melhor colocação conquistada pela capital de Mato Grosso nos últimos três anos, já que em 2020 ficou em 16º e em 2019 estava em 20º.

O levantamento destaca ainda que, em 2021, os municípios não contaram com o auxílio financeiro do Governo Federal na mesma proporção que em 2020, em que houve apoio para enfrentamento da pandemia da Covid-19.

Ainda assim, segundo o anuário, as prefeituras mantiveram o nível elevado de investimento, com uma maior injeção de recursos próprios.

“Todo esse trabalho é fruto de uma gestão fiscal responsável, que respeita seu orçamento e, dessa forma, consegue estar sempre em condições para fazer os investimentos necessários. O mais importante é que isso resulte em benefício lá na ponta e que nossas estruturas de saúde estejam cada vez mais equipadas para atender nossa população”, pontua  Emanuel.

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