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Ainda sem uma data definida quanto a estreia na Segunda Divisão do Campeonato Mato-grossense, o Operário ainda não sabe quando retoma os treinamentos para o torneio. O vice-presidente, Elson Batista, aguarda uma definição oficial sobre a tabela oficial, para traçar o planejamento.
Para piorar, a diretoria perdeu o apoio do presidente de honra do Mixto, Éder Moraes, que recuou da ajuda financeira que iria intermediar.
- Ele não nos tratou com respeito. Afirmou para todos que seria nosso parceiro, mas recuou por conta de grupos políticos de Várzea Grande que foram contra a ajuda – disse Elson ao citar o vereador Maninho Barros e o prefeito Wallace Guimarães, que ainda tentam reativar o CEOV (Clube Esportivo Operário Várzea-grandense), considerado o Operário “original”.
Atolado em dívidas, o CEOV foi extinto para a criação do Operário Futebol Clube, um clube empresa.
- O CEOV tem R$ 3 milhões em dívidas e querem passar isso para o Operário empresa. Volto a reiterar que temos toda a documentação e não tem como reativar o CEOV. A única chance é se mudarem o nome, as cores e o escudo – disse Pimenta.
O treinador Eduardo Henrique, não atendeu as ligações para comentar sobre a preparação da equipe. Segundo a diretoria, a base do time do Mato Grosso, semifinalista do Estadual, será contratada. Apenas oito jogadores permaneceram no elenco, após a debandada.













