DA REDAÇÃO
O vice-governador eleito Otaviano Pivetta (PDT) defendeu simplificação do sistema arrecadatório do Estado. Para isso, ele acredita que é necessário entender a situação financeira para que depois possa ser feito o dever de casa.
O vice de Mauro Mendes pontuou a necessidade de aumentar a arrecadação do Estado, seja por aumento de impostos ou por empréstimos.
“Sou favorável à simplificação do sistema arrecadatório porque já temos o Fethab 1, Fethab 2. Mas primeiro precisamos entender a situação financeira e econômica do Mato Grosso e, segundo, fazer o dever de casa dando o exemplo. Mauro sabe disso e está determinado a fazer, convidando todos os Poderes para dar as mãos e entender o Estado”, defendeu.
“Eu acho que temos que fazer essa compreensão e se na sequência precisarmos aumentar a arrecadação vamos fazer em duas vias: aumentando os impostos, que a sociedade não aceita e nós também achamos que não é possível, ou tomando dívidas para desenvolver Mato Grosso. A dívida será paga com crescimento econômico. Nosso PIB é de R$ 125 bilhões, se investirmos R$ 10 bilhões em infraestrutura podemos dobrar o PIB em 15 anos. Então o Estado tem solução sim. O Mauro é craque em articulações”, acrescentou.















Citizenship 07/11/2018
Que tipo de investimento o Estado demanda? Investimentos sociais: unidades de saúde? escolas? pontos de cultura (teatros)? instalações de ensino superior (Unemat)? subvenções para empreendimentos de economia solidária? subvenções de assistência técnica à agricultura familiar? política de transferência de renda às famílias pobres? Sim, destes investimentos o Estado precisa. Mas, financiar a instalação de rodovias e ferrovias pode ser feito mediante PPPs com investimento dos recursos pela iniciativa privada. Financiamentos de instalações industriais? Que os empresários captem recursos no FCO que é altamente subsidiado com recursos da União, conforme previsão constitucional. O Estado não precisa colocar dinheiro do governo estadual para essa finalidade.
Rosino(chirrão) 07/11/2018
A saída é TAXAR O AGRONEGÓCIO pois FATURAM BILHÕES e não pagam impostos PRO ESTADO..
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