MÁRIO ANDREAZZA
DA REDAÇÃO
A personal trainner Helen Christy Lesco, 42 anos, que morreu por volta das 21h30 desse domingo (25) no Hospital São Mateus, em Cuiabá, vítima de uma parada cardíaca, chegou à emergência da unidade de saúde sem pulsação, segundo às primeiras informações médicas.
Helen estaria apresentando um quadro de hiporexia (falta de apetite) há quatro dias, além de fraqueza corporal e sonolência. Foi relatado ainda que a vítima usava remédios para dormir e antidepressivos.
Na noite desse domingo, Helen teria sofrido uma parada cardíaca em casa, no bairro Bom Clima, na Capital, e foi encaminhada ao hospital pelo marido, o coronel Evandro Lesco, porém, chegado à unidade de saúde sem os sinais vitais.
A equipe média teria tentado fazer a reanimação da paciente por cerca de uma hora, mas Helen não respondeu e a morte foi constatada.
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada na unidade de saúde, onde foi comunicada sobre os fatos e autorizou a liberação do corpo ao Instituto Médico Legal (IML), onde a personal passou por exame de necropsia.
No entanto, de acordo com os primeiros resultados, a causa da morte não foi determinada. Material biológico foi colhido da vítima para que sejam feitos exames complementares.
A DHPP acompanha o caso.
Personal Trainner
Helen era uma educadora física renomada e muito atuante nas redes sociais, onde era seguida por quase 80 mil mato-grossenses que acompanhavam as postagens da profissional tanto com orientações e dicas fitness, quanto motivacionais, além de compartilhar momentos em família.
Polêmica e prisão
Helen Christy Lesco, que era casada com o ex-chefe da Casa Militar, coronel Evandro Lesco, na gestão do governador Pedro Taques, ficou muito conhecida após ter sido presa preventivamente na Operação Esdras - deflagrada pela Polícia Civil no ano de 2017 – que apurou esquema de escutas telefônicas ilegais em Mato Grosso para ouvir políticos, advogado, empresários e jornalistas.
A personal foi presa determinação do desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, no dia 27 de setembro de 2017, por suposto crime de obstrução à Justiça para ‘minar’ as investigações sobre esquema de grampos.
À época, Evandro Lesco, também foi preso e apontado como um dos líderes da Grampolândia.
















