DA REDAÇÃO
A Procuradoria-Geral de Justiça está investigando o suposto caso de quebra de sigilo fiscal do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e de seus familiares.
O procedimento foi instaurado pelo procurador-geral, Mauro Curvo, após saber pela imprensa das suspeitas do próprio ministro sobre o caso.
A suposta quebra ilegal teria ocorrido durante investigação da compra da faculdade Uned, criada pela família de Mendes, em Diamantino (187 Km a Médio-Norte de Cuiabá). A instituição foi adquirida pelo Governo durante a gestão Silval Barbosa (PMDB), pelo valor de R$ 7,7 milhões, em 2013. A investigação foi comandada pela promotora de Justiça, Ana Cristina Bardusco.
Mauro Curvo informou que com base nas informações prestadas pelo ministro do STF à imprensa, a PGJ já iniciou a coleta de informações, com a expedição de ofícios à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), para que o órgão informe toda a atuação de promotores neste caso.
A informação veio à tona após notícia-crime da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB/MT), ao Tribunal de Justiça, que também investiga o esquema de "grampos" no Estado.














