Os bastidores do Palácio Paiaguás pegam fogo e a ansiedade por parte, de antes intocáveis do governo, começa a ficar patente. Segundo fontes da coluna, o "homem forte" do governo, Éder Moraes, secretário Chefe da Casa Civil, teria confidenciado que a maior parte dos atuais ocupantes do primeiro e também do segundo escalão já colocaram as barbas de molho e começam a pensar em esvaziar as gavetas.
Mas, enquanto uns vão embora, outros ex-fortes, irão voltar. Um deles é o coronel PM (rebaixado pela Justiça) Eumar Novacki. Segundo a mesma fonte, a nomeação de Novacki teria sido uma imposição do senador eleito Blairo Maggi (PR), padrindo político do militar. Falando em militar, o "pedido" de Maggi seria a Casa Militar.
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O governdor Silval Barbosa, com receio de dizer não, deixou o abacaxi para Éder Moraes. Astuto, o secretário arranjou uma vaga de assessor, sem acesso a nada, na própria Casa Civil. Novacki, claro, aceitou mas não gostou da ideia de voltar "por baixo" e já se articula, segundo a mesma fonte, para "furar o olho" de Éder, que comanda reestruturação do governo. A "briga" por cargos e espaços no governo está apenas começando e, até janeiro, muita água vai rolar. Éder tem o tabuleiro nas mãos e, no Paiaguás, todos sabem ser ele o único sem medo de "trombar" com Novacki.





















