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O julgamento foi adiado após pedido de vista dos desembargadores Orlando Perri e Serly Marcondes.
DA REDAÇÃO
Dos 30 desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), cinco votaram por rejeitar a denúncia que apura a emissão fraudulenta de cartas de crédito, na operação que ficou conhecida como "Cartas Marcadas", na tarde desta quinta-feira (24).
No entanto, o julgamento foi adiado devido ao pedido de vista dos desembargadores Orlando Perri e Serly Marcondes.
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Por prerrogativa de foro, o deputado estadual Gilmar Fabris (PSD) e os procuradores do Estado, Dilmar Portilho Meira, Gerson Valério Pouso, Nelson Pereira dos Santos e Jenz Prochnow Junior, têm o processo analisado pelo TJMT. Outros investigados que não possuem mais foro, como ex-secretário Eder Moraes, estão na 1ª Instância.
Todos são acusados pelo Ministério Público Estadual (MPE) de agir para obter vantagens indevidas na emissão de cartas de créditos.
Em 2011, a operação da Delegacia Fazendária apontou perda de R$ 250 milhões aos cofres do Estado em supostas falcatruas envolvendo Cartas de Crédito, mas até agora, nada ficou provado.

















