JOÃO RIBEIRO
Os usuários do transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande tiveram que acordar mais cedo na manhã desta segunda-feira (27), em razão do inicio da paralisação dos motoristas de ônibus. A greve atinge 100% da categoria.
De acordo com a Associação Matogrossense dos Transportadores Urbanos (AMTU), a classe não cumpriu a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MT), que determina 50% da frota circulando nas ruas nos dias de greve.
O Sindicato dos trabalhadores terá que pagar uma multa diária de R$ 10 mil. Apenas os micro-ônibus estão circulando pelas duas cidades.
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AMTU entrou com essa ação devido à classe não ter informado no comunicado de paralisação, o percentual de trabalhadores que permaneceriam durante a greve.
O Sindicato das Empresas de Ônibus queria que os motoristas colocassem toda a frota nas ruas durante os horários de pico (6h às 8h; 11h às 13h; 17h às 19h) e de 70% nos demais momentos. Outra decisão seria que eles não impedissem o acesso ao trabalho por quem não aderisse à greve, não ameaçando e não fazendo nenhum dano ao patrimônio das empresas ou às pessoas.
Cerca de 300 mil usuários do sistema em Cuiabá e VG ficaram à pé, na manhã desta segunda. Para amenizar o caos, por conta do aumento previsto no volume de carros nas ruas, o prefeito da Capital, Mauro Mendes (PSB) mandou que todo o efetivo de agentes de trânsito fosse para as ruas ajudar a controlar o tráfego e evitar tumultos.









