DO REPÓRTERMT
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis protocolou uma denúncia no Ministério Público contra a realização de um momento de oração e reflexão no CRAS Padre Lothar, vinculado à Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social.
A denúncia partiu de um servidor que se sentiu incomodado com o momento voluntário, sem obrigação de participação e procurou o sindicato, que denunciou improbidade administrativa e perseguição funcional.
Os momentos de oração ocorriam às segundas-feiras, às 7h, antes do início do expediente. A ausência de obrigatoriedade está registrada no próprio despacho do promotor de Justiça Wagner Antonio Camilo, que recebeu a denúncia e notificou a secretaria para se manifestar em dez dias.
Junto à denúncia sobre a oração, o SISPMUR reclamou também que uma servidora teria sido transferida de local de trabalho como retaliação por ter questionado as práticas religiosas na unidade.
A secretaria pontua que transferências de servidores são atos administrativos corriqueiros dentro da gestão pública, realizados por critérios técnicos e de necessidade do serviço.
Quem acompanha a situação aponta que a denúncia teria sido gerada devido o SISPMUR ser opositor declarado da gestão municipal.














