ALINE FRANCISCO

A paralisação atingiu 100% da frota, deixando sem transporte mais de 300 mil usuários (Assessoria)
ALINE FRANCISCO
O primeiro dia da greve dos motoristas e cobradores do transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande foi marcado pela revolta popular. Na manhã desta segunda-feira (27) a paralisação atingiu 100% da frota, deixando sem transporte mais de 300 mil usuários.
Revoltados com a situação, usuários do transporte coletivo depredaram dois ônibus da empresa Pantanal, um ataque aconteceu na avenida do CPA, próximo ao supermercado Comper. Segundo a assessoria da Associação Matogrossense de Transporte Urbano (AMTU), um motociclista passou pelo ônibus e lançou a pedra, que atingiu o parabrisa do veículo. A situação se repetiu no bairro 1º de Março. Um motorista da mesma empresa foi ameaçado por populares enquanto dirigia o veículo na avenida General Mello.
A situação se repetiu em Várzea Grande, um veículo da empresa União transporte foi depredado. O local do ataque não foi confirmado pela assessoria.
Policiais foram acionados para garantir a segurança dos veículos que estão circulando e das entradas das empresas de transporte. No entanto a medida foi adotada apenas em Cuiabá, os motoristas e cobradores de Várzea Grande estão trabalhando inseguros, segundo a AMTU o pedido ainda não foi acatado pelos policiais militares.
Os ônibus voltaram a circular com 50% da frota no fim da manhã, conforme decretado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), e caso fosse descumprida a multa diária seria de R$10 mil.
O Sindicato das Empresas de Ônibus queria que os motoristas colocassem toda a frota nas ruas durante os horários de pico (6h às 8h; 11h às 13h; 17h às 19h) e de 70% nos demais momentos. Outra decisão seria que eles não impedissem o acesso ao trabalho por quem não aderisse à greve, não ameaçando e não fazendo nenhum dano ao patrimônio das empresas ou às pessoas.
Para amenizar o caos, por conta do aumento previsto no volume de carros nas ruas, o prefeito da Capital, Mauro Mendes (PSB) mandou que todo o efetivo de agentes de trânsito fosse para as ruas ajudar a controlar o tráfego e evitar tumultos.

Ônibus da Pantanal atacado a pedradas
Ônibus da empresa União Transporte após ataque em Várzea Grande
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Mônica 27/05/2013
Como se não basta-se as pessoas, em vez de entrar em acordo, elas querem acabar com o que temos. Sabemos que ´we muito dificil o caso da situação, mas pense e se fosse você,hemmmmmmmm? Então, como tudo até hoje só mvai na base do chute, talvez seja isto que as pessoas assim. O que importa para mim e não ficar sem o onibus,mas quando há vandalismo de uma certa forma nós também ficaremos sem os onibus, ou não? Pense mais LUte voc~e também pelo melhor... da sua capital e municipios...
henry 27/05/2013
uma vergonha ficar duas horas no ponto e não passar onbius
Sebastian 27/05/2013
A polícia militar deve ficar atenta a esses "ataques", pois em anos anteriores houve greves em que o sindicato colocava pessoas (grevistas) infiltradas no meio da população para incitar ataques aos ônibus para culpar a população e dizer que esta é baderneira e não o contrário. Muito suspeito um motoqueiro passar e apedrejar um ônibus, sabendo que ele não é um usuário naquele momento já que está em seu meio de transporte. Muito estranho e suspeito. Se houve agressão ou depredação da própria população, cadê as imagens? Alguém deve ter uma imagem.
3 comentários