ALINE FRANCISCO, da Redação

A obra foi orçada em R$ 3,1 milhões. Desse total, R$ 2,6 milhões seriam provenientes do MS e o restante seria a contrapartida municipal
ALINE FRANCISCO, da Redação
Acabou o impasse sobre a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Pascoal Ramos. A mudança de local que havia sido solicitada pela Prefeitura de Cuiabá ao Ministério da Saúde não foi aprovada e a unidade continuará no bairro. A área onde a UPA está sendo erguida foi vista como "imprópria" pela administração municipal. Impressão desfeita com laudo do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de MT, que deu parecer favorável ao local, considerado pantanoso pela Prefeitura.
Agora, uma nova análise do local será feita por técnicos da Prefeitura e do Ministério da Saúde. O secretário de Saúde de Cuiabá, Kamil Hussein Fares, diz que o projeto inicial será mudado e questiona a decisão do MS. “As obras estão paralisadas há quase um ano. As UPAs do Morada do Ouro e do Pascoal Ramos começaram juntas e porque somente a da Morado do Ouro ficou pronta? Tem alguma coisa errada”, diz o secretário.
O impasse da UPA iniciou quando o prefeito Mauro Mendes (PSB) anunciou que a unidade seria transferida para um terreno na Avenida das Torres, com a justificativa de que o local é de mais fácil acesso. A Secretaria de Obras da Capital também apresentou relatório afirmando que a área no Pascoal Ramos é pantanosa, além do local ser inviável pela dificuldade de acesso.
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A obra foi orçada em R$ 3,1 milhões. Desse total, R$ 2,6 milhões seriam provenientes do MS e o restante seria a contrapartida municipal. A primeira parcela, no valor de R$1,6 milhão, foi disponibilizada ao governo municipal em 07 de dezembro de 2011. Mesmo antes de iniciar a construção, a Prefeitura realizou um aditivo de R$ 264 mil para a instalação de batistacas. O valor corresponde a 23% dos 25% de aditivos recomendados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).








