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20 de Junho de 2013, 15h:26 - A | A

CIDADES / ATO CONTRA A CORRUPÇÃO

Empresas liberam pessoal para participar; Paiaguás para mais cedo

2º manifesto em Cuiabá é contra a corrupção e a violência

RENAN MARCEL, da redação

Nessa quarta-feira, manifesto levou 3 mil pessoas às ruas (foto: RepórterMT)

Nessa quarta-feira, manifesto levou 3 mil pessoas às ruas (foto: RepórterMT)

RENAN MARCEL, da redação



 Além dos órgãos públicos localizados no Centro Político Administrativo e da Prefeitura Municipal de Cuiabá, algumas empresas privadas dos setores de comércio e serviços devem encerrar o expediente mais cedo nessa quinta-feira (20), em decorrência do 2º Ato Contra a Corrupção e a Violência, que deve levar mais de 30 mil pessoas às ruas da Capital. Até mesmo trabalhadores de Várzea Grande serão liberados para participar do ato.

Dono de um escritório de contabilidade em Várzea Grande, Jonathan Miranda, 21, decidiu participar do movimento junto com os três funcionários de sua empresa. Para ele, os empresários devem apoiar os protestos, já que são grandes pagadores de impostos. “Seria muito interessante a classe empresarial manifestar apoio aos protestos. Acredito que seria uma força extra ao movimento. E muitas das pautas tem a ver com a nossa classe, que paga muitos impostos e não vê retorno”, afirmou. A namorada de Miranda, Susie Borges, se animou com a iniciativa do namorado e resolveu agregar mais gente ao movimento que deve vir da “cidade industrial”.

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Na mesma cidade, os alunos das engenharias e biológicas da Univag tiveram as provas adiadas para essa sexta-feira (21), já que muitos estudantes pretendem comparecer ao manifesto.

A Prefeitura de Cuiabá encerrou o expediente às 14h, mas os funcionários não tiveram intervalo para almoço. A medida foi tomada em virtude da segunda manifestação popular que deve começar em frente ao Palácio Alencastro. Por conta da manifestação da ultima quarta-feira (19) (Veja AQUI), o prefeito Mauro Mendes (PSB) cancelou a exibição do jogo da seleção brasileira na Copa das Confederações.

O Palácio do Paiaguás e a Assembleia Legislativa também encerraram o expediente mais cedo, às 15h.

O manifesto deve partir da Praça Alencastro, seguir pela Av. do CPA até a frente da Assembleia, onde os manifestantes farão um ato simbólico.

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