DA REDAÇÃO
A Polícia Civil deflagrou mais uma fase da Operação Comando da Lei, na manhã desta quinta-feira (08), para cumprir mandados de prisão contra envolvidos no homicídio da motorista de aplicativo Natana da Silva, 30 anos, que morreu após um levar um ‘salve’, em julho de 2020 no bairro Pedregal.
De acordo com o delegado Caio Fernando Álvares Albuquerque, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP), parte dos alvos identificados na apuração são monitorados por tornozeleira eletrônicas e tiveram a presença no local do crime confirmada durante as diligências realizadas.
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Motorista de aplicativo leva ‘salve’ de facção criminosa e morre na Capital
Os policiais da DHPP apuraram ainda que os envolvidos no homicídio retiraram câmeras de monitoramento que estavam instaladas próximas à área onde ocorreu o crime, a fim de dificultar a identificação dos criminosos.Conforme o atestado do exame de necropsia, Natana chegou a receber 70 choques no corpo.
O “salve foi executado depois que ela teve a morte ordenada por uma facção criminosa porque, supostamente, teria praticado o furto de um celular”.
Natana foi encontrada em uma rua do bairro Pedregal, já perto do Jardim Renascer, pedindo socorro em uma casa, bastante debilitada pelos espancamentos. Ela chegou a ser socorrida por familiares e levada ainda com vida a um hospital particular, onde foram feitas tentativas de reanimação, mas não resistiu.
As equipes da DHPP estão nas ruas para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão domiciliares contra os investigados.