ANA ADÉLIA JÁCOMO
O candidato que concorre à Prefeitura de Cuiabá pelo PPL, Adolfo Grassi, entrou com duas ações na Justiça contra as TV´s Centro América e Grupo Gazeta de Comunicação, afiliadas da TV Globo e Rede Record, respectivamente. O postulante afirmou, nesta segunda-feira (27) ao RepórterMT, que se sentiu discriminado pelos veículos de comunicação por não ter sido convidado para participar dos debates.
No caso da Centro América, Grassi disse que a TV afirmou que iria entrevistá-lo, no entanto, de maneira diferenciada dos outros, já que seu partido não teria deputado federal eleito na Câmara Federal. Sua entrevista não teria sido realizada no estúdio e por isso, o candidato sentiu-se desprestigiado.
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“A TV organizou debates com todos os candidatos. Disse que minha entrevista seria diferente porque não temos representantes na Câmara, mas como poderíamos ter? O PPL foi criado em outubro do ano passado. Eles me entrevistaram em uma salinha, fora do estúdio onde todos gravaram. Essa atitude fere o princípio da igualdade e por isso me senti lesado”, reclamou.
No caso da TV Gazeta, Grassi afirmou que nem chegou a ser convidado para os debates. “A Record nem sequer me convidou. O caso é ainda mais grave. Fizeram uma reunião e definiram os entrevistados, mas nunca me deram espaço”.
A TCVA já recebeu uma determinação do juiz da 55ª Zona Eleitoral, Paulo Márcio Soares de Carvalho para que faça a entrevista com o candidato. A multa que varia de 20 mil a 100 mil UFIR, duplicada em caso de reincidência. Na decisão, o magistrado também pede a manifestação da defesa da TVCA em até 48h, que pode recorrer da decisão.
Concorrem pelo Palácio Alencastro o petista Lúdio Cabral, Mauro Mendes (PSB), Guilherme Maluf (PSDB), Carlos Brito (PSD), Procurador Mauro (PSOL) e o próprio Grassi.









Sebastião 27/08/2012
Engraçado é o "nobre" candidato impetrar as ações depois de deixar veicular a entrevista, neste caso para a TVCA. Deveria ter feito isso antes mesmo da entrevista, logo após o convite feito por uma das emissoras. Esse PPL é mais um desses partidinhos que o TSE deixa criar para depois venderem para os grandes empresários.
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