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01 de Junho de 2016, 16h:01 - A | A

POLÍTICA / DÍVIDA DE R$ 6 BILHÕES

'União não pode agir como agiota', diz Taques, cobrando melhor tratamento do Governo a MT

"Muitos estados já pagaram essa dívida e nós ainda continuamos a pagar”, reclamou Taques em reunião com o presidente Michel Temer, em Brasília

RepórterMT/reprodução

Taques foi a reunião com Temer acompanhado pela bancada mato-grossense.

Taques foi a reunião com Temer acompanhado pela bancada mato-grossense.

DA EDITORIA



Acompanhado de seis deputados federais, três estaduais e um senador, o governador Pedro Taques (PSDB), cobrou em reunião com o presidente interino Michel Temer (PMDB), na tarde desta quarta-feira (25) um tratamento diferenciado a Mato Grosso, na renegociação e pagamento das dívidas entre Estado e União.

 

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"O presidente como um constitucionalista sabe que os desiguais têm que ser tratados de forma desigual. Mato Grosso não pode ser tratado como outros estados que já estão muito endividados”, frisou Taques.

“Nós viemos conversar com o presidente Michel sobre a ajuda que MT dá ao Brasil, e o Brasil precisa olhar Mato Grosso de uma forma diferenciada (...) O presidente como um constitucionalista sabe que os desiguais têm que ser tratados de forma desigual. Mato Grosso não pode ser tratado como outros estados que já estão muito endividados”, frisou Taques.

De acordo com o governador, a dívida de Mato Grosso com a União é de R$ 6 bilhões e o Estado teria capacidade de adquirir mais ‘empréstimos’, mas para isso é preciso um aval do governo federal.

"A União não pode continuar sendo um agiota em relação aos estados. Muitos estados já pagaram essa dívida e nós ainda continuamos a pagar”, reclamou.

“Não é possível que os estados membros possam continuar sendo um departamento da União Federal (...) A União não pode continuar sendo um agiota em relação aos estados. Muitos estados já pagaram essa dívida e nós ainda continuamos a pagar”, reclamou.

Segundo o tucano, o presidente interino se mostrou preocupado com a situação que abrange a todos os estados, mas não fechou nenhuma negociação. A esperança de uma solução ficou para a próxima quinta-feira (8), para quando Temer convocou uma reunião com todos os governadores.

 

Ainda sobre a tão buscada solução para conseguir pagar os 11,28% da revisão geral anual (RGA) dos servidores públicos e pôr fim à greve instalada no estado desde esta terça-feira (31), Taques relatou que soluções estão sendo discutidas no Confaz e que o secretário de Fazendo do Estado, Paulo Brustolin deve apresentar a situação e fazer reivindicações ainda nesta quarta-feira ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Participaram da reunião junto a Temer e Taques, o senador José Medeiros (PSD), os deputados federais Adilton Sachetti (PSB), Victório Galli (PSC), Ezequiel Fonseca (PP), Fábio Garcia (PSB), Nilson Leitão (PSDB) e o suplente "Tampinha" (PSD). Da base dos deputados estaduais participaram o líder do governo Wilson Santos (PSDB), Baiano Filho (PSDB) e Dilmar Dal'Bosco (DEM). 

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OLIVEIRA CUIABANO 02/06/2016

E GOVERNADOR PEDRO TAQUES A UNIÃO NÃO PODE AGIR COMO AGIOTA MAS O ESTADO PODE? PORQUE HOJE O ESTADO O QUE MAIS COBRA O ICMS MAIS CARA DO BRASIL, NAS CONTAS DE ENERGIA, COMBUSTIVEL, AGUA ETC, AI PARA O ESTADO PAGAR O DINHEIRO TOMADO EMPRESTADO E UM POUCO DESVIADO O JURO E CARO MAS PARA O CONTRIBUITE O QUE VOCÊ COBRA E BARATO. VOCÊ GOVERNADOR NÃO FAZ SUA PARTE PARA VER SE VAI SER REELEITO, PORQUE O TEMPO PASSA RAPIDO E NESTA RAPIDEZ QUE SEU PESSOAL TRABALHA VOCÊ VAI SAIR DO GOVERNO A DESEJAR. ACORDA HOMEM PORQUE ATRAS TEM MUITA GENTE, PARA COM ESSA BURRUGRACIA QUE EXISTE NO SEU GOVERNO QUE NADA PODE, E TUDO E AUDITORIA EM CIMA DE AUDITORIA NÃO NADA ANDA.

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